Author name: Comunicação e Marketing ACISA

ACISA Podcast, Aconteceu na ACISA

ACISA Podcast – O que é o Empreendedorismo?

Ouça também em: O empreendedorismo consiste basicamente em ter uma ideia clara dos problemas da sociedade, tentando resolvê-los de uma maneira inteligente para que impacte e mude a vida daqueles afetados pelo mesmo. Para se ter uma atividade empreendedora de sucesso, necessita-se de pessoas versáteis, capazes de se adaptar a situações adversas e entender o caminho necessário a ser seguido. Além disso, um bom entendimento de funcionamentos internos da empresa, como fluxo de caixa, planejamento estratégico, são peças fundamentais para manter um negócio de pé. Um bom entendimento comercial se faz necessário para o lucro do empreendimento e para o acesso das pessoas à solução proposta de negócio, portanto conhecer e se capacitar em estratégias de vendas, principalmente na parte digital é de extrema importância. Por fim, o bom entendimento do mercado também se faz muito útil, permitindo com que a empresa esteja sempre ligada às oportunidades disponíveis dentro do mercado para que ela possa se instalar e crescer dentro do ramo de escolha do empreendedor.  Empreendedorismo A atividade empreendedora consiste em estudar a sociedade como um todo, analisar os problemas existentes e tentar resolvê-los com uma solução inteligente e prática. Esse ramo de negócio cresce a cada ano no Brasil, em que aproximadamente 40% da população já destina seus esforços ao próprio negócio, segundo dados da A Global Entrepreneuship Monitor. Principais Vantagens do Empreendedorismo As principais vantagens do empreendedorismo estão ligadas a liberdade que o indivíduo possui para conduzir o próprio negócio, a versatilidade e a possibilidade de crescimento caso o negócio seja conduzido de uma maneira correta. A atividade empreendedora também permite que o seu ganho seja diretamente proporcional ao seu esforço, isso serve como incentivo e combustível para continuar com a ideia proposta inicialmente. Possui também um dos valores mais gratificantes para qualquer pessoa que atua nesse ramo: deixar o seu legado. A criação de ideias inovadoras permitem com que você mude a vida de muitas pessoas para melhor, facilitando e ajudando com soluções incisivas e inteligentes. Um diferencial do empreendedorismo é que você é muito responsável pela sua autonomia e horários, podendo ser (dependendo da situação atual do seu negócio e de como ele está organizado) uma forma alternativa ao modelo empresarial comum para descanso, carga horária, entre outros fatores, que permitem com que você passe mais tempo com a família e realize outras atividades da sua vida pessoal. Como ter uma atividade empreendedora de sucesso? Versatilidade e Entendimento de Processos Internos Para atingir o sucesso nesse ramo, é imprescindível o acesso a pessoas versáteis capazes de se adaptar a situações adversas e entender o caminho necessário a ser seguido. Além disso, um bom entendimento de funcionamentos internos da empresa, como fluxo de caixa, planejamento estratégico, são peças fundamentais para manter um negócio de pé. Conhecimento em Vendas e entendimento do Mercado Um bom entendimento comercial se faz necessário para o lucro do empreendimento e para o acesso das pessoas à solução proposta de negócio, portanto conhecer e se capacitar em estratégias de vendas, principalmente na parte digital é de extrema importância. Por fim, o bom entendimento do mercado também se faz muito útil, permitindo com que a empresa esteja sempre ligada às oportunidades disponíveis dentro do mercado para que ela possa se instalar e crescer dentro do ramo de escolha do empreendedor.  Vantagens do Empreendedorismo: As principais vantagens do empreendedorismo estão ligadas a liberdade que o indivíduo possui para conduzir o próprio negócio, a versatilidade e a possibilidade de crescimento caso o negócio seja conduzido de uma maneira correta. Ganhos Proporcionais ao Seu Esforço A atividade empreendedora também permite que o seu ganho seja diretamente proporcional ao seu esforço, isso serve como incentivo e combustível para continuar com a ideia proposta inicialmente. Deixar sua marca O empreendedorismo possui também um dos valores mais gratificantes para qualquer pessoa que atua nesse ramo : Deixar o seu legado. A criação de ideias inovadoras permitem com que você mude a vida de muitas pessoas para melhor, facilitando e ajudando com soluções incisivas e inteligentes. Autonomia e liberdade Um diferencial do empreendedorismo é que você é muito responsável pela sua autonomia e horários, podendo ser (dependendo da situação atual do seu negócio e de como ele está organizado) uma forma alternativa ao modelo empresarial comum para descanso, carga horária, entre outros fatores, que permitem com que você passe mais tempo com a família e realize outras atividades da sua vida pessoal. Quais as desvantagens do Empreendedorismo? As desvantagens do empreendedorismo estão relacionadas diretamente com as condições oferecidas pelo governo em questões burocráticas, falta de conhecimento e preparo para novos gestores que podem ficar exaustos pela falta de experiência e organização. Instabilidade econômica Devido ao histórico recente da economia brasileira que não anda muito bom, sendo acompanhada de altos e baixos, o cenário para novos negócios não se mostra muito confiável, fazendo com que muitas empresas fechem as suas portas antes de 2 anos de existência. Portanto, abrir um negócio no Brasil nos tempos atuais pode ser um desafio devido a esse aspecto. Falta de Conhecimento em Gestão A inexperiência por parte de muitos novos empreendedores pode ser um fator negativo para o início de um negócio. Para ter resultados positivos nesse ramo é necessário conhecer processos internos empresariais para manter a empresa com um bom funcionamento. Por exemplo, saber selecionar e treinar funcionários de uma maneira correta, um bom planejamento de estratégias e um controle financeiro claro. A falta desses processos bem estruturados causados pela inexperiência, pode ser uma âncora para o seu negócio. Este conteúdo foi produzido por UFABC Júnior

Aconteceu na ACISA, Semana do Empreendedorismo

Dica #03 – Ageless: sem idade

Para além de uma tendência demográfica, o envelhecimento da população começa a alcançar novas gerações e traz uma ressignificação sobre a terceira idade. De perfis mais “joviais”, mais dispostos a experimentar, e inclusive mais digitalizados (especialmente após a pandemia), o público idoso passa a se portar de modo mais ativo e presente no mercado. Esta tem sido uma excelente notícia para os negócios que estão sabendo se comunicar e atender a este público – mesmo que isso também exija algumas adaptações. Insights O QUE VOCÊ PODE FAZER: Apesar de toda a mudança de mentalidade e comportamento, algumas limitações físicas, no entanto, ainda são as mesmas: priorize a legibilidade (utilizando letras grandes, por exemplo), o conforto (em estabelecimentos físicos, por exemplo, ofereça locais ou mobiliário adequados para sentar) e a segurança (evite obstáculos ou má sinalização do ambiente). PARA REFLETIR: Minidinâmica: pense em serviços e produtos que já existem. Agora, reflita se atendem a este público, e senão, pense em como poderia atender. Fonte: Guia de Tendências – SEBRAE PR

Aconteceu na ACISA

ACISA inaugura espaço empresarial em homenagem a ex-presidente

Em homenagem ao ex-presidente, falecido em dezembro do ano passado, a ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André – inaugurou nesta manhã (5 de outubro), o Espaço Empresarial Antonio Carlos Girelli. Localizado no andar térreo da entidade, a área passa a abrigar o atendimento de importantes serviços do Escritório Regional da Junta Comercial de São Paulo (Jucesp), emissão dos Certificados de Origem e Digital e a Academia de Negócios e Inovação. Esta inauguração faz parte da primeira etapa do processo de retrofit pelo qual a entidade comercial está passando, que é revitalizar as instalações para adaptá-la às necessidades atuais. A segunda fase será a inauguração do Centro de Capacitações e Negócios, no próximo dia 9 de novembro e, em seguida, serão iniciadas as obras de acessibilidade da área anexada ao prédio histórico da ACISA. Desde 2020, a entidade implantou uma série de inovações e de novos serviços, totalmente alinhada com o atual momento de transformação digital pelo qual o mundo globalizado vem passando. Um desses serviços foi a criação da Academia de Negócios e Inovação, responsável por parcerias com renomadas instituições de ensino e de classe para capacitação de seus associados e colaboradores, além de geração de conteúdos variados para podcasts corporativos e lives. De 2021 até o último mês de agosto, foram realizadas 16 palestras, 48 lives e 10 edições do programa ABC que dá certo, totalizando mais de 14 mil visualizações. No mesmo período, a Junta Comercial realizou 29.872 atendimentos; a Certificadora Certsign emitiu 5.956 certificações digitais, inclusive o atendimento por videoconferência possibilitou a emissão por usuários residentes em outros países, como Itália, Estados Unidos e Canadá. E, para atender às empresas exportadoras, foram emitidos outros 4.444 Certificados de Origem. No evento de inauguração estiveram presentes a viúva de Antonio Carlos Girelli, Regina Sortini Girelli, os filhos Adriana, Alessandra e Antonio Carlos, o neto Daniel, o genro Ricardo, a irmã Theodolinda e o cunhado Rogério Sortini, além de Nelson Andujar e Valéria dos Santos, ambos da Facesp e membros da diretoria, do Conselho Superior e do Conselho Fiscal da entidade. O prefeito Paulo Serra foi representado pelo secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Evandro Banzatto. Sobre Antonio Carlos Girelli: mais conhecido por Tite, atuou por cerca de 35 anos com fretamento para a indústria por meio de sua empresa Pato Azul e, simultaneamente, no período de 1973 a 1988, esteve à frente da administração do Hotel Belvedere, de sua propriedade em Foz do Iguaçu (PR). Em 1973, assumiu a presidência da Associação das Empresas de Fretamento e Turismo, onde ficou por 15 anos. Por dois anos, foi franqueado Habbib’s na cidade de Mauá; em 1986 assumiu a presidência do Sindicato das Empresas de Fretamento e Turismo do Estado de São Paulo, ficando no cargo por 4 anos e, entre 1982 e 1990 foi presidente da ACISA. Em sua gestão, Tite concluiu a implantação do SPC e Telecheque, promoveu a renovação de equipamentos e informatização dos departamentos, criou o Prêmio Comerciante e Industrial do ano ACISA e a Ronda Patrimonial.    Novo espaço Novo espaço Novo espaço Família do ex-presidente Antonio Carlos Girelli: Daniel, Adriana, Ricardo, Theodolinda, Regina, Alessandra e Antonio Carlos Duílio Pisaneschi, Zoilo de Sousa Assis Junior, Humberto Batella, Gentil Carlos Morin Ari Barcellos, Paulo Roberto Machado e Paulo Cesar Ferrari Denise de Oliveira Masselco e Regina Guirelli Ângela Romano com os representantes da Facesp, Valéria dos Santos e Nelson Andujar Evenson Dotto, Fabrício Nunes e Pedro Cia Junior Daniel Buissa e Glauco Pinheiro da Cruz Cerimônia de descerramento da placa inaugural Bueno Lima, Duílio Pisaneschi e Zoilo de Sousa Assis Henrique de Carvalho e Gustavo Vallejo Ademir Gasparetto, Fábio Franchin e Fábio Gerevini Armando Piva, Evandro Banzato, Leandro Telent e Eduardo Gobatti

Aconteceu na ACISA, Semana do Empreendedorismo

Dica #02 – Cada coisa em seu lugar: trabalho x casa

A magia do home office e do trabalho remoto podem ter trazido diversos benefícios para as empresas e, especialmente, para os colaboradores, mas este segundo grupo agora lida com um outro lado da moeda. Com a popularização deste modelo de trabalho, se tornaram mais comuns problemas como falta de infraestrutura, gastos inesperados (como água e luz), excesso de horas trabalhadas, mensagens fora de hora, dificuldades de concentração, e claro, sobrecarga de estresse. Por isso, mesmo que as pessoas sigam trabalhando à distância, neste momento estarão buscando por recursos ou estratégias que as ajudam equilibrar o novo formato estabelecido, priorizando especialmente traçar os limites entre hora de trabalho e hora de descanso. Insights O QUE VOCÊ PODE FAZER: Reforma, decoração, móveis ou utensílios em geral: se o seu negócio comercializa produtos, considere equipamentos e objetos relacionados a estes temas. É esperado que, no pós-pandemia, muitos trabalhadores continuem no modelo remoto, mas procurem lugares fora de casa para trabalhar. Se você possui negócios como cafés, bares, restaurantes, coworkings, hotéis e afins, é hora de adaptar os ambientes para receber este público. Mesas e cadeiras ergonômicas (ou minimamente confortáveis) e conexão wifi de qualidade são imprescindíveis para fidelizá-los. Lanches, bebidas e guloseimas acessíveis também podem ser um grande atrativo. De que formas o seu negócio pode auxiliar o consumidor a se organizar melhor ou gerenciar seu próprio tempo? Se o seu negócio é um local que oferece refeições ou espaços para passar o tempo, que tal criar programas de descontos, como por exemplo benefícios para assinantes ou mensalistas? Fonte: Guia de Tendências – SEBRAE PR

Aconteceu na ACISA, Semana do Empreendedorismo

Dica #01 – Lojas físicas ressignificadas

A chegada da era dos negócios digitais não faz com que as lojas físicas deixem de existir. Ao invés disso, aos poucos elas passam por uma transformação considerável enquanto estratégia de mercado. Não mais limitados a “pontos de venda”, esses espaços agora se tornam uma extensão experiencial do que as lojas virtuais não podem oferecer. Isto significa explorar as vantagens do mundo físico de modo mais elaborado ou estratégico que antes. Insights O QUE VOCÊ PODE FAZER: Adapte A dica aqui é balancear o mundo digital com o mundo físico. A depender de como anda sua presença digital (que leva para sua loja física) vale a pena entender se sua loja precisa ser do mesmo tamanho que sempre foi. Pense: digitalmente, sua loja oferece ao cliente as mesmas coisas que oferece (oferecia) nos espaços físicos? O cliente costuma (costumava) ir presencialmente ao seu negócio para realizar quais atividades? Espaço de estoque, experiências sensoriais, promoções exclusivas, eventos e lançamentos: estas são algumas das diversas possibilidades de redirecionamento do seu espaço físico. Pesquise sobre “comércio social”: com o boom do e-commerce, as lojas físicas se tornarão para os consumidores sinônimo de passeio e de oportunidade para se encontrarem com outras pessoas.   Fonte: https://www.sebraepr.com.br/tendencias

ACISA Podcast, Aconteceu na ACISA

ACISA Podcast – Seis dicas do Google para seu negócio alcançar a maturidade digital

Ouça também em: Investir em pessoas, cultura e dados está entre as recomendações para amadurecer presença no digital. A maturidade digital é um fator importante para quem quer ter sucesso nos negócios. Ela se refere ao nível de integração das tecnologias no dia a dia de uma empresa e sua capacidade de competir efetivamente e prosperar no ambiente digital.  Altos níveis de maturidade digital trazem vantagem competitiva em diversos indicadores de desempenho. Estudo The Fast Track to Digital Marketing Maturity, realizado pela BCG em parceria com o Google, mostra que empresas com maturidade digital podem ter 18% de aumento na receita, 29% na redução de custos e até o dobro de aumento na participação de mercado. Para Fernanda Dória, diretora de vendas de Google Customer Solutions, “as pessoas sabem do valor do digital para o crescimento de uma empresa, mas ainda existe uma dificuldade em entender como amadurecer essa presença e aproveitar todo o potencial das redes”. Pensando nisso, a executiva destacou seis pontos-chave para os negócios que desejam alcançar a maturidade digital. Confira: Time Os bens mais valiosos de uma empresa são as pessoas que a formam. Para trilhar o caminho da maturidade digital é fundamental ter um time qualificado para transformar dados e informações em insights — algo que só é possível com lideranças atentas. Os líderes devem se comprometer a fazer mudanças, enxergar a tecnologia de forma estratégica e buscar desenvolver e capacitar o time para criar uma cultura empresarial mais ágil e flexível. Para isso, é importante que a empresa valorize o aprendizado contínuo das equipes e que os líderes incentivem os times a fazer parte da transformação digital. Dessa forma, todos podem trazer sugestões de melhorias e trabalhar juntos para que a maturidade digital possa ser alcançada na prática. Risco É importante que o risco tenha espaço dentro da cultura do time para que as pessoas possam experimentar e crescer. Por isso a importância do “testar e aprender”. O que garantiu sucesso até aqui pode não garantir sucesso no futuro. Por isso, também é fundamental que as empresas abram espaço para testar, pois tentativa e erro estão na base dos processos de inovação. Outro elemento cultural necessário para desenvolver maturidade digital é a agilidade. Isso porque a agilidade parte do entendimento de que decisões têm de ser tomadas constantemente, acompanhando o ritmo dos negócios e a crescente demanda por parte dos consumidores. Dados A maneira como a empresa utiliza os dados dos clientes para moldar estratégias, produtos e serviços é muito importante, sendo necessário ter os dados corretos para gerar insights que vão ajudar a fornecer o melhor serviço a eles. Dentro desse contexto, é fundamental ser transparente com o consumidor e deixar claro como está usando suas informações. Se o público não obtém benefícios ao ceder seus dados, a tendência é que ele deixe de compartilhá-los e passe a se relacionar com marcas que entregam benefícios reais. Há um estímulo maior se algo lhe for oferecido em troca: descontos, amostras de produtos, cupons e garantias estendidas. Garantir a adequação de todos os processos à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), ao mesmo tempo que estabelece relações personalizadas com os consumidores, demanda um planejamento que inclui a contratação de profissionais especializados e comprometimento por parte dos colaboradores. Mensuração Os consumidores conversam com as marcas de diversas formas, passando por anúncios, redes sociais, mídias offline e mais. Em meio a tamanha multiplicidade de meios, é importante mensurar e analisar o papel que cada um deles têm no processo de decisão de compra. Quando é possível distinguir o que gerou mais impacto na conversão de clientes e usar as ferramentas digitais para ajudar na atribuição de valor para as estratégias de marketing, as empresas estão mais perto de alcançar a maturidade digital.  Parcerias É importante que os times estejam abertos a evoluírem e aprenderem novas habilidades. Para que a transformação digital aconteça de forma robusta, as equipes precisam trabalhar juntas com o objetivo de gerar mais eficiência para a empresa e mais valor para os clientes. Outro ponto fundamental é que as empresas vejam a cooperação de forma estratégica. O processo de maturidade digital é longo e, nesse contexto, conectar-se com outros players da indústria, parceiros de tecnologia e fornecedores pode ajudar a levar ainda mais valor para os consumidores. Foco no cliente É difícil e demanda uma mudança grande de estratégia, porque muitas vezes as empresas costumam ter uma abordagem muito autocentrada em suas próprias necessidades, mas o cliente precisa ser o foco. Colocar os consumidores no centro significa que todas as decisões da empresa são pensadas para solucionar os problemas que eles experienciam, além de agregar mais valor para suas vidas. Este conteúdo foi produzido por Isabela Rovaroto, para o portal EXAME.COM

ACISA Podcast, Aconteceu na ACISA

ACISA Podcast – Analytics irá desenhar o merchandising do futuro

Ouça também em: Os varejistas estão operando em um ambiente implacável em termos de pressão competitiva e financeira. Além de gerenciarem negócios que se desenvolvem em vários formatos, lidam com preferências em constante mudança por parte do consumidor e enormes volumes de dados. Os clientes de hoje demandam que os comerciantes facilitem as coisas, com sortimentos direcionados a cada praça, ofertas personalizadas, experiência de compra mais rápida, novos segmentos de produtos e compras sustentáveis. Para vencer, os varejistas precisam entregar tudo isso e mais, com ajustes de preços em tempo real e integração com mercados online de terceiros. O setor já tinha desafios suficientemente grandes e a pandemia de Covid-19 deixou algumas urgências ainda mais latentes. Não obstante um número considerável de pessoas que passou a consumir online (mais de 11,5 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez por e-commerce em 2020, de acordo com pesquisa do BCG), o consumidor tem a expectativa de retomar alguns hábitos, como priorizar lazer fora de casa e viagens, tão logo isso seja possível. Diante disso, antecipar preferências e intenções de consumo por meio de análises de dados definitivamente trará ganhos para as empresas.  O poder desafiador do analytics Para sobreviver nesse cenário, é vital ter em mente que o futuro do varejo é guiado pelo consumidor e que ferramentas e insights estão integrados aos processos. O desenho da estrutura para fazer o melhor uso da análise de dados, portanto, passa pela definição de uma estratégia clara, consistente, e que explicite a proposta de valor da empresa. Ou seja, deve-se lançar mão de uma combinação de atributos como preços justos, conveniência, exclusividade e outros pontos de diferenciação – como sustentabilidade, por exemplo. Outra alavanca importante é redesenhar a organização e atualizar os talentos, seja com treinamentos e capacitações ou novas contratações. O movimento criará um ciclo virtuoso com cientistas e engenheiros de dados talentosos à disposição, que sabem quanto valor essa abordagem pode criar. Outra dica fundamental é aplicar a tecnologia certa, construindo e migrando dados modulares e infraestrutura de interface de programação de aplicativos para a nuvem a fim de habilitar a advanced analytics necessária para iniciativas estratégicas. Por fim, para que as organizações transformem a maneira como o trabalho é feito e façam as melhorias durarem, é crítico atuar na governança e gestão. Os líderes precisam mostrar claramente às suas equipes o que está mudando e por que, assim como definir novas funções, processos e expectativas. Para fazer a análise de dados funcionar de maneira eficaz, os varejistas devem adotar uma abordagem integrada para essas alavancas. Não é um desafio fácil, mas levantamentos conduzidos, mostram que quem redireciona o seu merchandising para capitalizar em análises avançadas seguindo esse sistema obtém crescimento de receita e margens de até dois pontos percentuais por ano desde a implementação. E esses ganhos podem ser reinvestidos para garantir uma criação de valor mais forte a longo prazo. Por outro lado, muitas organizações estão mal equipadas para lidar com essa complexidade. Algumas ainda dependem amplamente de processos manuais, planilhas do Excel e instinto. A maioria reconhece que precisa fazer melhor e parte já fez investimentos na área. Falta, porém, deixar de lado a percepção de que analytics é uma caixa preta de onde vai surgir a resposta certa, quando na verdade ela é uma ferramenta extremamente poderosa, mas que pode ser mais ou menos eficaz dependendo de como é tratada. Todas essas peças precisam se encaixar perfeitamente. Como esse tipo de abordagem abrangente e integrada pode ser difícil, CEOs e lideranças do varejo precisam começar agora. Ao fazer isso, podem obter uma vantagem crítica sobre a concorrência, posicionar-se com destaque apesar de um ambiente complexo e construir a função de merchandising do futuro. É um desafio difícil, mas as recompensas valem o esforço. Este conteúdo foi produzido por Fernando Lunardini e Henrique Sinatura, para o portal Consumidor Moderno.COM.BR Bons negócios e até o próximo episódio!!      

ACISA Podcast, Aconteceu na ACISA

ACISA Podcast – Chatbots estão na agenda da gestão de negócios

Ouça também em: Os consumidores estão cada vez mais exigentes na hora de se relacionar com marcas. Avanços tecnológicos trouxeram mudanças significativas ao mercado e exigiu também atualização de profissionais. Hoje a preferência é por atendimentos que são feitos de forma mais simples, ágeis e personalizados. E é exatamente para se adequar a esse novo perfil de clientes que entra o uso de chatbots. O que os profissionais precisam saber:  O que pode ser melhor do que um cliente retornar ao seu negócio e fidelizar seus desejos de consumo?  As empresas de varejo estão preocupadas não apenas em adquirir novos clientes, mas em retê-los. Para atingir esse objetivo, os varejistas usam estratégias variadas e a tecnologia, com certeza, está inserida nesse planejamento. Afinal, não existe mais business sem tecnologia. Cada vez mais presentes em todos os setores da economia, as inovações envolvendo inteligência artificial já são familiares para os consumidores, seja para auxiliar durante uma compra, sanar uma eventual dúvida sobre determinado produto ou receber atualizações no pós-venda. Portanto, vejamos como os chatbots estão mudando o setor de varejo e ajudando nas operações do dia-a-dia. Melhoram a relação com o cliente  Hoje é importante atender seus clientes a qualquer hora do dia e em todos os dias da semana, mas muitas vezes não é possível ter uma equipe tão numerosa, principalmente se seu negócio não está na lista de uma grande marca de varejo. Entretanto, esse desafio pode ser solucionado com o uso de chatbots, que não descansam nunca e trabalham 24h por dia, 7 dias por semana. Estão presentes em todos os canais Colocar em prática o conceito de omnichannel com um chatbot. Eles funcionam no Facebook Messenger, Skype, Telegram, no portal da loja e no smartphone por meio de mensagens SMS. O consumidor pode estar em qualquer um desses canais ou em todos eles, e sua marca pode acompanhá-lo sempre por lá. Fazem atendimento em tempo real Chega de clientes estressados pelas músicas intermináveis que tocam durante a espera dos atendimentos via telemarketing. Os clientes estão ansiosos para uma resposta rápida. Um assistente virtual inteligente responde em segundos a demanda já com a solução ou seu encaminhamento. Ajudam na divulgação de promoções Chatbots podem abordar os consumidores de maneira proativa a partir de condições pré-definidas. Um assistente virtual de uma loja de cosméticos pode ser configurado para, sempre que o clima estiver muito quente, indicar aos consumidores que estão na loja uma promoção de protetor solar. Fidelizam seu cliente Clientes mal atendidos migram para marcas concorrentes. Fornecer um atendimento cordial em tempo real, com detalhes técnicos e informações adicionais para aquele produto pesquisado deixará o cliente muito mais satisfeito com sua marca. Atentar-se para o conceito de hospitalidade nesse tipo de atendimento. É importante mesclar a hospitalidade com a tecnologia no mercado corporativo. Melhoram também processos internos O chatbot pode ser usado também de maneira interna, como forma de orientar funcionários e melhorar processos. O bot se integra com os sistemas de gestão, CRM e de estoque dos produtos, norteando, por exemplo, o abastecimento de acordo com a frequência que aquele produto vai sendo vendido. Fortalecem a marca no pós-venda São muitas as opções de uso possíveis para os chatbots. Ele pode ser utilizado para fazer pesquisas de pós-venda para coletar insights sobre a experiência de compra e fornecer feedbacks detalhados sobre a maneira como o cliente enxerga a marca, entre tantas outras possibilidades. Conhecimento e inteligência O modelo de uso, a estratégia, os canais e etc., devem ser analisados dentro de um planejamento que compõem conceitos de Inteligência de Mercado. Estamos inseridos na era digital e para ganhar eficiência e automatizar as operações, a Inteligência Artificial se faz presente com os chatbots. A boa gestão dos negócios passa pela avaliação dessas tendências e os profissionais precisam estar preparados para enxergar o mercado com olhos de futuro.   Este conteúdo foi produzido por FIA – Fundação Instituto de Administração – LABFIN • PROVAR Bons negócios e até o próximo episódio!!

ACISA Podcast, Aconteceu na ACISA

ACISA Podcast – 4 dicas para tirar o melhor de equipes multigeracionais

Ouça também em: Times com pessoas de diferentes idades são ótimos para as empresas, mas podem trazer desafios. Entenda como lidar da melhor forma. Já não é novidade que quanto mais diverso for o ambiente de trabalho, melhor. Diferentes visões de mundo contribuem de inúmeras formas para o crescimento da empresa – e isso se aplica também às idades dos colaboradores e dos sócios. Antes de tudo, vale lembrar que, quando se pensa em gerações, não existe um consenso sobre a exatidão das datas que abrangem cada uma delas, mas uma divisão possível seria a seguinte: baby boomers (nascidos entre anos 1940 e 1960), geração X (de 1960 a 1980), geração Y ou millenials (de 1980 a 2000), geração Z (2000 a 2010) e geração alfa (a partir de 2010). Cada uma destas gerações costuma ter características próprias, relacionadas aos contextos de cada época. “Estas pessoas com idades tão diferentes estão se encontrando no mercado de trabalho porque a expectativa de vida aumentou e a aposentadoria está demorando mais para acontecer. Temos de aprender a lidar com contextos de vida diferentes”, afirma Esmeralda Queiroz, consultora do Sebrae-SP. “Antes, a passagem do tempo era menos dramática. Agora, com a velocidade do avanço tecnológico, muitas mudanças acontecem de uma década para outra”. Confira dicas para lidar com equipes multigeracionais no trabalho: Ninguém é dono da verdadeNão importa qual é a sua geração, o fato é que ninguém é dono da verdade. Ou seja: ter mais idade não significa saber de tudo, assim como ser mais jovem e dominar todas as novidades não te faz melhor do que ninguém. É preciso entender que há pessoas que agem e pensam de forma mais parecida com você e há aqueles que, para obter a produtividade desejada, precisam de condições diferentes de trabalho. Em outras palavras, os estilos de trabalho não são únicos e imutáveis. A continuidade de qualquer empresa depende de se manter conectado aos clientes – a todos eles, independentemente da idade. Portanto, saiba ouvir e respeitar as diferenças e invista em equipes com funcionários de idades diversas, para manter a empresa competitiva. 2. Não se prenda a estereótiposApesar de pessoas de uma mesma geração costumarem ter características parecidas, não caia no erro de achar que todas são iguais só porque têm idades próximas. Fuja de estereótipos e ideias pré-concebidas, como: “a geração atual não quer saber de compromisso” ou “os mais velhos são sempre conservadores”. Este tipo de pensamento não leva a lugar nenhum e cria preconceitos. Na verdade, independentemente da idade, as pessoas têm comportamentos que se assemelham no ambiente de trabalho. Por exemplo, algumas podem preferir segurança, rotina e previsibilidade, enquanto outras precisam de mais liberdade e autonomia. Umas se sentem estimuladas com metas e desafios, já outras não funcionam desta forma. São estes fatores que precisam ser observados, mais do que a idade simplesmente. Comunicação efetivaPerceba como a comunicação funciona melhor para cada grupo de funcionários e invista em diferentes frentes para fazer a mensagem chegar até a equipe da melhor forma possível. Isto é, para algumas pessoas o que dará mais certo é formalizar decisões por escrito, em atas de reuniões e e-mails, por exemplo. Para outras, a forma mais efetiva de se fazer entender é de maneira mais informal. O que importa, no final, é deixar claro para toda a equipe quais são as metas e o que se espera das entregas de cada um. Isso evita ruídos e situações de desconforto nos times. Outro ponto que merece atenção é que a liderança deve sempre comunicar à equipe o valor das entregas de cada um. Reconhecer publicamente as conquistas é uma forma de valorizar as pessoas e suas tarefas. É como se o líder fosse um maestro de uma orquestra, que precisa saber a hora certa de dar destaque a cada um. Construção diáriaLembre que não será fácil e você enfrentará desafios. Lidar com equipes multigeracionais é uma construção diária, que exige respeito e empatia. A empresa deve ter postura e cultura amigável para atrair e reter pessoas de diferentes idades. Isso significa ter flexibilidade e pensar em alternativas que se adequem às diferentes realidades, para que cada um entregue o melhor que puder. Este é um conteúdo Pequenas Empresas & Grandes Negócios do portal Globo.com, por Maria Clara Vieira. Bons negócios e até o próximo episódio!!

ACISA Podcast, Aconteceu na ACISA

ACISA Podcast – Open Banking: O que é e como pode mudar a rotina da sua empresa

Ouça também em: A inovação vem permeando o setor bancário. Depois do Pix, lançado em 2020, é a vez de outra novidade: Open Banking. A tecnologia vai permitir o compartilhamento de dados financeiros entre as instituições depois da autorização do cliente. Na prática, o consumidor vai passar a ter mais autonomia sobre as próprias informações monetárias e poderá escolher serviços ainda mais vantajosos para sua realidade. Em relação aos pequenos e médios negócios, também vai haver mudanças positivas. Vamos entender o que é Open Banking e explicar os impactos da novidade tanto para os consumidores quanto para quem empreende no Brasil. O QUE É OPEN BANKING  O Open Banking é um sistema financeiro que vai transformar o mercado monetário. Com a tecnologia, os consumidores podem permitir o compartilhamento do próprio histórico de dados entre as instituições financeiras e acessar melhores ofertas e serviços financeiros. Trata-se de uma iniciativa do Banco Central do Brasil, visando trazer inovação e estimular a concorrência no setor. E quem ganha são os consumidores, já que cabe a eles decidir quando e com qual instituição desejam compartilhar os próprios dados. Assim, grandes bancos são obrigados a dividir as informações de um cliente com instituições menores e disruptivas, que costumam oferecer condições de juros melhores. Então, o consumidor está apto a escolher a melhor solução com autonomia, transparência e sem a burocracia de criar uma conta, a fim de ter acesso aos serviços de determinada instituição. O QUE MUDA COM O OPEN BANKING Como dissemos, o Open Banking chega para estimular a concorrência no mercado. Veja um exemplo de como a tecnologia revoluciona a forma como as transações são realizadas hoje em dia: João tem conta no Banco A e contratou um empréstimo com juros de 30% ao ano. Sempre foi bom pagador e tem quitado as parcelas em dia. Após João autorizar o compartilhamento do seu histórico, o Banco A vai ser obrigado a dividir todos esses dados com outras instituições. A instituição B pode, então, visualizar as informações e perceber que aquele é um bom cliente, com credibilidade no mercado. Assim, decide oferecer melhores condições de empréstimo para João. Já a instituição C disponibiliza uma linha de crédito específica para atender às necessidades do potencial cliente. Para João, são mais opções de serviço, com muito menos burocracia e mais agilidade. Agora ele pode analisar, comparar as ofertas e decidir com base na sua realidade financeira. Essa e outras situações vão, a partir de agora, ser possíveis, isto é, o Open Banking trará muitas vantagens ao consumidor. Algumas delas: MAIS CONCORRÊNCIA Os dados compartilhados vão trazer mais transparência às transações financeiras. As instituições vão poder acessar informações de cada cliente e avaliar a possibilidade de oferta de serviços melhores e mais baratos. Com maior concorrência, as instituições financeiras vão precisar investir na experiência do cliente. Se antes as empresas estavam acostumadas a dominar o mercado por toda a burocracia envolvida na contratação de crédito, isso vai mudar. Fintechs e bancos menores vão poder acessar as informações antes restritas a uma instituição e oferecer condições personalizadas para todo tipo de cliente. MAIS AUTONOMIA PARA O CLIENTE Em vez de ter as informações espalhadas em sistemas diferentes, os consumidores acessam os próprios dados em um lugar só e podem decidir o que desejam fazer com eles. Conseguem ainda coletar ofertas e comparar serviços por meio de uma plataforma unificada. É o poder de controle de volta nas mãos do consumidor. Com o Open Banking, cabe a ele escolher quando e com qual instituição deseja compartilhar seu histórico de transações. MAIS SEGURANÇA E PRIVACIDADE As informações bancárias só podem ser compartilhadas posteriormente à autorização expressa do cliente. É um processo completamente digital, feito em um ambiente seguro e regulamentado pelo Banco Central do Brasil. COMO O OPEN BANKING PODE AJUDAR PEQUENOS NEGÓCIOS Quem empreende também se beneficia do Open Banking. O compartilhamento das informações permite principalmente que as instituições financeiras ofereçam melhores condições de crédito para micro, pequenas e médias empresas. CONSULTA AO HISTÓRICO FINANCEIRO É UNIFICADA Com o Open Banking, todas as informações de um cliente ficam reunidas em um só local, independentemente da instituição financeira e de onde ela foi gerada. A transparência no acesso à informação, com certeza, reduz a burocracia para a aprovação de linhas de crédito ao empreendedorismo. CONDIÇÕES PERSONALIZADAS DE NEGOCIAÇÃO O acesso aos dados financeiros permite que os bancos personalizem ofertas de acordo com o perfil e o histórico do cliente. Tal cenário deve reduzir o valor das taxas de juros, bem como trazer mais rapidez às transações bancárias. ACESSO FACILITADO ÀS LINHAS DE CRÉDITO Em vez de ter de cumprir as exigências de cada banco, como abrir conta ou reunir comprovação de renda, o empreendedor pode apenas compartilhar seus dados com a instituição financeira desejada, a fim de obter acesso aos seus serviços e produtos. Mais um ponto positivo do Open Banking para estímulo ao desenvolvimento dos pequenos e médios negócios. Geralmente, esse perfil de consumidor encontra barreiras ao acesso às linhas de crédito em grandes bancos. O que deve mudar com a chegada dessa tecnologia. Open Banking é mais uma revolução no setor bancário. Depois do Pix, que trouxe mais agilidade às transações entre os bancos, a tecnologia chega para estimular a concorrência, melhorar a experiência do consumidor e democratizar o acesso a melhores condições de juros. Quem empreende também se beneficia, uma vez que consegue acessar linhas de crédito para abrir o próprio negócio, expandir ou inovar. Com o passar do tempo, a tendência é que comecem a surgir outros produtos e serviços ainda mais competitivos que atendam às reais demandas do consumidor, sem a burocracia costumeira dos bancos tradicionais. Este conteúdo foi produzido pelo portal INOVAÇÃO SEBRAE MINAS.COM.BR

Rolar para cima