Author name: Comunicação e Marketing ACISA

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ACISA Podcast – Você sabe o que é branding? 6 dicas para aplicar em seu negócio

Ouça também em: O termo branding talvez não soe familiar para você. A palavra deriva de brand, que em inglês significa marca. Branding é nada menos que a gestão da marca de seu negócio. Em outras palavras, é a realização de um conjunto de ações estratégicas para posicionar bem a sua marca no mercado e deixar claro quais são os propósitos dela. Mas por que fazer isso? Os motivos são vários: diferenciar-se da concorrência, ser lembrado pelos consumidores, demonstrar os valores do negócio e se conectar emocionalmente com os clientes, entre outras vantagens. A seguir, confira 6 pontos que você precisa saber para começar a pensar (ou repensar!) a estratégia de gestão da sua marca — o branding. As dicas são de Suzane Strehlau, professora da ESPM; e de Marina Moura, consultora de marketing do Sebrae-MG.  Convença-se que branding é para todas as empresas, mesmo as menoresNão é porque você é um pequeno empreendedor que deve negligenciar a gestão de sua marca. Ter isso em mente é o primeiro passo para criar estratégias de ação. “O branding é para todas as empresas, de qualquer segmento e tamanho. Quanto antes entender isso e começar a olhar a marca dessa forma, melhor”, diz Marina Moura, consultora de marketing do Sebrae-MG. E lembre-se de que o branding é válido tanto para negócios B2C como B2B. Defina os valores da sua marcaAntes de querer comunicar os propósitos da sua marca, é preciso conhecer bem quais são eles. Se ainda não está claro para você os diferenciais e o porquê de a sua empresa existir, é hora de pensar nisso. “O conjunto de valores é importante para a percepção do cliente. Então, é necessário que a marca defina isso o quanto antes”, ensina Moura, do Sebrae-MG. Pense além do visualMuitos empreendedores acreditam que “marca” é apenas o logotipo e a identidade visual. “Na verdade, vai além. A marcaé como se fosse o RG do negócio. É toda a experiência que as empresas entregam aos consumidores ao oferecerem produtos ou serviços”, explica Moura. Portanto, observe sua empresa e tente enxergar o todo. Questione se as ideias que você quer passar ao seu público estão, de fato, sendo comunicadas em diferentes frentes. Também vale conversar com seus clientes para sentir se a percepção que eles têm do negócio é a mesma que você idealiza para a marca. Diferencie-se da concorrênciaSabe aquela marca de smartphones que tem símbolo de maçã? E aquela rede de fast-food que vende dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles, num pão com gergelim? Pois é, são exemplos de marcas que conseguem se destacar tanto por seu branding que nem é preciso dizer o nome delas para saber do que estamos falando. Ou seja, para ser forte, é preciso se diferenciar dos concorrentes. Aposte em slogans, personagens e símbolos. Crie um conjunto de características que sejam só suas. “A função da marca é criar identificação e se distinguir da concorrência, mas isso não acontece de um dia para outro”, explica Suzane Strehlau, professora da ESPM. “Quando as pessoas conseguem associar uma categoria de produtos a uma marca, significa que a marca criou um significado; há um conceito enriquecido ali”, diz. Por exemplo, quando só de bater o olho em um entregador de delivery com uma mochila vermelha você já sabe de qual app se trata, é sinal de que a marca trabalhou bem o branding. Tenha ações coerentesUm dos erros frequentes dos empreendedores é ter um conjunto de valores, mas tomar atitudes que comunicam o contrário disso. “Por exemplo, a marca quer ser muito próxima ao consumidor, mas tem um atendimento ao cliente que não funciona bem. Ou então a marca deseja ser moderna, mas tem uma comunicação extremamente formal e tradicional. Não combina. Ou ainda a empresa faz uma promoção do tipo “leve 3 e pague 2″, mas quer ser conhecida como uma marca sofisticada. São coisas que não combinam. A parte mais difícil do branding é ser coerente em todas as pontas do negócio”, ensina a professora da ESPM. Conte com apoio de profissionaisBoa parte dos empreendedores que começam a estudar o branding e se dedicam a ele consegue pensar em estratégias para o próprio negócio, até mesmo por feelinge por conhecer bem a própria marca. Mas, se você sente que precisa de ajuda nesse quesito, pode contar com agências e profissionais que dominam o assunto. Outra opção é recorrer às consultorias do Sebrae, que prestam serviços gratuitos aos pequenos empreendedores. Este é um conteúdo Pequenas Empresas & Grandes Negócios do portal Globo.com, por Maria Clara Vieira.

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Omniexperience e figital

Ouça também em: Adaptação para o “novo normal” é necessidade e os potenciais de compras digitais precisam estar integrados nos dois mundos Ao planejar e desenvolver um plano de mídia estratégico, é preciso levar em consideração o online e o offline de forma integrada Os novos comportamentos de consumo, em constante transformação diante das rápidas inovações tecnológicas incorporadas pelo mercado, vêm dando espaço para o surgimento de novas tendências que possibilitam uma maior integração do universo digital com o mundo físico. Um dos principais exemplos desse novo contexto pode ser percebido no varejo. A percepção do consumidor sobre o que é fazer uma compra mudou e essa transição foi ainda mais acelerada pela pandemia.  Se antes o omnichannel não era, necessariamente, uma prioridade para as empresas, já que as lojas físicas tinham uma participação dominante, hoje o potencial destravado pelas compras digitais mostra uma intersecção dos dois mundos. A adaptação a esse “novo normal” agora é mais do que desejada: é uma necessidade real. Em vista dessa mudança de paradigma, é preciso ir mais longe e entender o impacto das ações promovidas para o online no offline, e vice-versa. Qualquer tipo de estratégia precisa partir dessa premissa de integração, com o objetivo de construir a chamada omni experience, com todos os canais convergindo para um mesmo propósito: atender às demandas e aos anseios dos consumidores. É o caminho do commerce, já que a visão única da jornada de compra é o que importa. O canal — físico ou digital — será apenas o meio para uma estratégia que começa muito antes, a partir da extração de valor dos dados, que ajudam a mapear a jornada do consumidor como um todo. Ao planejar e desenvolver um plano de mídia estratégico, é preciso levar em consideração o online e o offline de forma integrada. Mensurar o impacto nas duas pontas, ou seja, usar dados para estimar o impacto de uma campanha na prática antes mesmo de colocá-la efetivamente no ar. Antes de preparar uma superprodução para um comercial de televisão, por exemplo, a tecnologia permite testar primeiro o público segmentado em plataformas digitais, como o YouTube. As métricas de avaliação coletadas serão insumos decisivos para avaliar se a ideia funciona e se o conteúdo tem aderência. Devemos estar preparados para uma grande aceleração nas compras digitais: o comércio online brasileiro conquistou 13 milhões de novos consumidores no ano passado. Com isso, o total de clientes acostumados com compras online saltou 29% em relação a 2019, como indica a pesquisa Webshoppers 43, feita pela consultoria Ebit/Nielsen. Na esteira da evolução da experiência do cliente e, consequentemente, do mercado, outras tendências importantes deverão representar marcos definitivos, combinando o melhor do físico e do digital para entregar valor no mundo phygital. Omnicanalidade: a solução mais rápida Os consumidores que buscam mesclar suas compras entre os ambientes online e as lojas físicas passaram de 29%, em 2019, para 49% em 2021, segundo pesquisa da Social Miner com a Opinion Box. Quando um consumidor busca um produto usando expressões como “perto de mim”, não podemos mais direcioná-lo para uma plataforma de e-commerce. Da mesma forma, se há loja física e o cliente se encontra num raio de localização próximo a ela, ou a empresa oferece entrega em até três horas, não há motivo para conduzi-lo a uma oferta online. Afinal de contas, está claro que nestes casos em particular ele quer ir à loja porque busca uma solução mais rápida. Se não há essa distinção, o consumidor fica muito mais propenso a desistir da compra. Busca Voice First Se o “mobile first” era a última tendência, agora precisamos pensar sempre em ser “voice first”, especialmente quando estamos considerando a veiculação de anúncios pagos em mecanismos de busca. A compra por voz, ou voice commerce, é uma das mais fortes tendências globais do comércio digital,  e o uso da voz é cada vez mais comum desde o processo de pesquisa online para encontrar a solução, a busca pelo produto e a realização do pagamento online. Levantamento feito pela Capgemini com mais de 5 mil pessoas nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha, mostrou que 51% delas já usam assistentes de voz, 35% compraram produtos, 34% encomendaram refeições e 28% já reservaram serviços de táxi ou Uber através da ferramenta. A consultoria britânica Juniper Research espera que o voice commerce movimente US$ 80 bilhões em 2023. Com a expectativa de intensificação da internet das coisas (IoT) a partir da chegada do 5G, essa modalidade tem tudo para pegar no Brasil, em vista da grande adesão às aplicações de voz no país. Por aqui, o uso de comandos de voz cresceu 47% durante a pandemia, mostrou pesquisa realizada pela consultoria Ilumeo. Chatbots mais inteligentes e humanizados Os chatbots também são outra tendência em evolução que permite maior proximidade do cliente com a marca e uma experiência mais efetiva e menos massiva por meio da Inteligência Artificial (IA). Se as soluções antes eram “engessadas”, a nova geração de robôs agora conta com uma análise de dados que permite realizar a predição de comportamento, estabelecendo uma conversa personalizada, com voz humanizada. A pesquisa Global AI-Based Chatbot Market indica que nos próximos cinco anos esse mercado deve atingir a marca grandiosa de US$ 102 bilhões. Apenas no Brasil, o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots de 2020 apontou um aumento de 68% na quantidade de bots. Vídeos em todas as etapas Os brasileiros estão redescobrindo os vídeos, e nunca consumiram tanto conteúdo neste formato. De acordo com o estudo Inside Vídeo da Kantar IBOPE Media, 99% dos internautas assistem vídeos, em diferentes telas e dispositivos. TV, redes sociais, plataformas de streaming, lives e até vídeo chamadas. Uma pesquisa do site Tribe Dynamics revela que 35% das marcas com times de marketing de influenciadores para plataformas possuem equipes dedicadas às redes sociais de vídeos curtos. Além disso, 35% dos influenciadores utilizaram o TikTok com mais frequência. Além dele e do ByteDance, o YouTube também está apostando forte nessa tendência com o recente lançamento do YouTube Shorts. Segundo o The Verge, pelo menos no Android, os norte-americanos hoje

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Autogestão, coragem e tecnologia: a organização das empresas do futuro

Ouça também em: Autogestão é um termo que provoca. Aos gestores, impõe abdicar de funções tradicionais para transferi-las aos colaboradores, como a responsabilidade dos atos. No mundo corporativo, imprime estratégias pautadas em solidariedade e cooperação, além do respeito às individualidades, à emancipação humana e aos princípios democráticos. Ao contrário do que pode parecer, não se perde a figura do líder. Os colaboradores continuam sob a direção de gestores ou precisam responder a um conselho gestor que lhes distribui tarefas e designa responsabilidades. O que o modelo faz é dar maior protagonismo a funcionários e times, gerando motivação para atingir metas, assumir responsabilidades e desenvolver um espírito de corpo no qual cada um se sente parte do todo. No planeta pós-pandemia, as organizações precisarão reavaliar as estratégias de gestão. Afinal, os tempos modernos cobram e indicam que a autogestão é o futuro. Culturas que remetem ao passado não terão vez e, para manter a competitividade, será necessário assumir o novo, ter, antes de tudo, coragem. Para isso, há muita tecnologia disponível que permite modificar estruturas baseadas em comando e controle para um formato mais horizontal. Cria-se, assim, oportunidades. “A autogestão faz os colaboradores se sentirem parte do todo, otimiza o trabalho dos gestores, e aprimora a experiência de ambos” Por que autogestão é o futuro? Diante de um contexto onde parte da geração Z, os nascidos entre 1995 e 2010, se insere no mercado de trabalho com a ambição de alcançar cargos de liderança e buscar recompensas rapidamente, o modelo de autogestão se sobressai. Afinal, para manter colaboradores com tais características engajados é preciso que eles sintam que são importantes e têm poder no trabalho que estão exercendo. “Ainda há um mito de que todo colaborador precisa ser gerido, direcionado, acompanhado, nos mínimos detalhes. Não se confia no potencial que cada funcionário tem de se autogerenciar. O problema é que vivemos em uma sociedade em que, especialmente as gerações mais novas, querem ser empoderadas. Elas sabem os compromissos e objetivos que querem alcançar”, explica Wagner Oliveira, Head de Customer Success da Robbyson. Em paralelo, após o mundo experimentar o home office e conhecer vantagens como diminuição dos deslocamentos e mais tempo para se dedicar ao bem-estar e à qualidade de vida, muitos colaboradores estão dando prioridade ao trabalho remoto. Uma pesquisa realizada pela Bare International mostra que 70% dos 76% de brasileiros empregados não querem retornar ao posto presencial. O modelo da autogestão elava a produtividade no trabalho home office graças ao engajamento que promove. “O colaborador que gere sua jornada de trabalho e seu dia a dia é muito mais comprometido com a empresa e com a própria performance. Porque ele sabe das suas responsabilidades, sabe que depende dele mesmo para alcançar suas metas. É aí que você empodera o colaborador e, consequentemente, tem ganhos imediatos”. Qual o grande valor nisso tudo? Além do envolvimento profissional, funcionários engajados criam vínculos pessoais com as instituições. Confiam e se identificam com os objetivos das mesmas. É como se o sucesso da empresa representasse o próprio sucesso. Tal sentimento reflete positivamente na experiência e serviço oferecidos ao consumidor final, ou seja, maior é a chance de destaque no mercado. A partir da experiência da Robbyson, Wagner avalia: “o modelo é orientado a receber entregas muito acima da média para o público-alvo, para garantir experiências que geram o encanto e, como consequência, a fidelização. Observamos que os colaboradores que utilizam o modelo de autogestão têm uma performance melhor e os clientes avaliam melhor o atendimento quando parte desse grupo”. Mas, quais empresas podem aderir à autogestão? Não há distinção. É necessário apenas tecnologia para que ferramentas deem suporte ao colaborador no dia a dia. Uma plataforma de autogestão pode ser aplicada em todas as empresas em que o colaborador possa ser medido por metas e indicadores. Assim, a plataforma desejada permite autogestão das demandas, dos compromissos e dos desafios que o colaborador precisa vencer. A ferramenta da Robbyson une esses pontos e utiliza ciência de dados, Machine Learning e gamificação para engajar, reconhecer e desafiar colaboradores, de qualquer ramo ou indústria. “Nossa tecnologia mostra para o colaborador se ele está alcançando os objetivos planejados com mecanismos que o estimulam a ir mais além, sem depender de nenhuma ação de terceiros”, afirma Wagner. Aplicar o modelo requer, para começar, um treinamento bem executado das equipes. “Primeiro capacita e treina o colaborador para que ele se habilite a iniciar a jornada de autogestão. Se ele não souber o que precisa alcançar, não conseguirá dar o próximo passo. Neste sentido, o treinamento é fundamental porque vai colaborar para que ele possa, em breve, conseguir realizar, acompanhar e gerir as atividades e toda sua jornada sozinho.” A experiência da Robbyson mostra como é possível superar clichês corporativos e criar uma atmosfera de confiança a partir da autogestão potencializada por uma tecnologia eficiente. Toda empresa focada na centralidade do consumidor, pode investir na qualidade de vida das pessoas e obter bons resultados na jornada do cliente atrelada à jornada do colaborador. Este conteúdo foi produzido por Nayara de Deus, para o portal Consumidor Moderno.COM.BR

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ACISA Podcast – 9 tendências de atendimento ao cliente que toda empresa deveria trabalhar agora

Ouça também em: Após grandes alterações na maneira como as empresas se estruturam e planejam o atendimento ao cliente devido à pandemia, o momento de retomada tem trazido questões sobre o que deve ser mantido e onde inovações precisam ser implantadas. Sabe-se que o consumidor não é mais o mesmo, ele se relaciona de forma diferente com as empresas e deseja uma experiência mais cômoda, rápida e fluída. Então, qual caminho seguir? O estudo “Tendências de Atendimento ao Cliente”, realizado pela Accenture, traz os principais impactos do isolamento físico e do aumento na digitalização para as operações de atendimento. Com olhar para 2025 em diante, são elencadas as principais tendências que devem guiar o setor, mas que as empresas precisam levar em consideração desde já. Confira quais são elas. 1 – Atendimento ao cliente pode ser entregue de e para qualquer lugar Essa tendência já havia sido listada no mesmo estudo realizado em 2015, mas na época poucas empresas acreditaram que o atendimento poderia ser descentralizado. Diante da situação atual, onde os atendentes podem trabalhar das próprias casas, Edu Salgado, diretor de vendas e serviços ao cliente na Accenture, destaca a tendência como a mais impactada pela pandemia. “O mais curioso é que nasceram novos business a partir disso. Hoje existem startups de atendimento que têm o mote ‘não tenho site’, prestando um serviço de atendimento 100% remoto. Não existe investimento em real estate e o principal diferencial é que os atendentes trabalhando de casa são mais engajados. Isso diminui o turn over, que costuma girar em torno de 10% a 15% por mês, e é um problema para a operação pela necessidade de contratação, capacitação e desenvolvimento. A lógica gera um efeito positivo nos custos e na relação da operação com o cliente”, afirma Edu Salgado. De acordo com dados do Gartner, 50% dos agentes de Customer Service terão controle total de seus turnos e pausas em 2025, contra menos de 5% em 2021. 2 – As pessoas substituem o Contact Center Antes de entrar em contato com o atendimento de uma empresa, os consumidores conversam com outras pessoas, pesquisam na internet ou vão às redes sociais. 66% deles utilizam sites de busca para solucionar problemas relacionados a produtos ou serviços e 28% fazem uso das redes sociais para criticar ou expressar descontentamento. “As empresas de tecnologia se estruturaram e largaram na frente nesse sentido. A maior parte dessas empresas estruturaram comunidades online onde consumidores respondem dúvidas de outros. Uma pessoa que mora no Japão pode te ajudar com um problema em alguma plataforma e depois ser recompensada com acesso, por exemplo, à nova versão beta da plataforma. As comunidades promovem o engajamento, são organizadas e acompanhadas de perto pelo atendimento da empresa”. Para o diretor da Accenture, as discussões na indústria de atendimento estão caminhando para um canal onde a comunidade participa. Isso é essencial porque se a empresa não se estruturar, os consumidores irão resolver as questões sozinhos, ou com a ajuda de outros consumidores, e de forma desestruturada. 3 – Avatares são os melhores Atendentes A voz automatizada na URA (Unidade de Resposta Audível) ou um robô respondendo o chat evoluíram para soluções que conversam com o cliente com uma linguagem humanizada. Atualmente, o avatar é uma camada que antecede o contato humano com um diálogo muito próximo do natural. Por diálogo humanizado entende-se um mecanismo que é capaz de compreender a fala humana e mudar de assunto sem voltar para a fase inicial de identificação da intenção do consumidor. “A beleza da evolução do avatar é que tem muito analytics por trás, o que viabiliza a máquina identificar um cliente que está pedindo pela segunda via da fatura há três meses e perguntar se ele deseja alterar o endereço cadastrado”, diz Salgado. Com tanta tecnologia, a previsão é de que, em 2023, empresas e consumidores economizem 5 bilhões de horas com o uso de chatbots. Mas as possibilidades de aplicação dos avatares podem ir muito além e alcançar o desconhecido, como o metaverso. Edu explica como isso é possível: “O metaverso tem o princípio de ser uma extensão da vida de uma pessoa, com coisas que ela gosta e, porque não, canais para ela resolver os problemas. Ele é incipiente, está na mesma etapa da internet no início dos anos 90 quando as empresas não sabiam o que fazer com ela. Mas a gente sabe que é um mercado que tem um potencial de bilhões e que é um caminho sem volta, só não sabemos a rota. Cada empresa tem que experimentar o metaverso desde já para entender a viabilidade dos usos”. 4 – Outbound supera o Inbound A princípio essa tendência de atendimento ao cliente pode assustar, mas ela não está relacionada com o telemarketing ativo de vendas. Se trata de uma estratégia das empresas em prever pontos de tensão no relacionamento com o cliente e se antecipar na comunicação de temas que podem gerar desgaste na relação. “É melhor a empresa dar antecipadamente a notícia ruim, ou boa, do que o cliente ligar para receber a informação. Recentemente ajudei um parente na compra de um equipamento eletrônico e quando faltavam três dias para a data da entrega, a fabricante mandou um e-mail falando que não conseguiria entregar em três dias, mas em quatro. Meu parente ficou feliz com a informação, mesmo sendo uma notícia ruim. Se ele descobrisse a informação no dia previsto para a entrega, ele ficaria bastante insatisfeito. Mas ele ficou feliz porque a empresa entendeu que aquela situação era crítica na relação com o consumidor, foi proativa e transparente na relação”, conta Edu Salgado. Dados da pesquisa Global Consumer Pulse Survey, da Accenture, mostram que 85% dos consumidores têm interesse em receber notificações proativas das marcas com as quais se relacionam. 5 – A Ura desaparece aos poucos Essa tendência de atendimento ao cliente não sacramenta o fim da URA, mas indica que ela será utilizada cada vez menos. O mecanismo ainda será importante para derivar casos mais complexos para o atendimento humano,

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ACISA Podcast – As principais tendências para empreendedores em 2022 e 2023

Ouça também em: Depois do forte impacto causado pela pandemia e um período cheio de incertezas, o mercado começa a dar sinais de como serão os negócios daqui para frente. O Sebrae-PR fez um levantamento do que deve ser tendência neste e no próximo ano. O Guia de Tendências 2022- 2023 é uma ferramenta de grande utilidade para os empreendedores planejarem suas ações adaptadas às novas realidades. As principais tendências de negócios para 2022 e 2023 1 – Diversidade e inclusão A inclusão de grupos minoritários, antes pouco percebidos ou atendidos pela indústria, é uma das grandes exigências do consumidor atual (mesmo daquele que não faz parte destes grupos diretamente). O que se espera é que as empresas se demonstrem, para além de discursos, preparadas na prática para lidar com públicos diversificados.  2 – Transparência Atendentes que seguem consumidores em lojas físicas ou “programas de fidelidade” com cláusulas obscuras e juros altíssimos, são soluções não mais bem-vindas. 3 – Humanização É preciso estar sempre atento às necessidades dos colaboradores, desde condições de saúde (física e mental) até experiências no ambiente de trabalho, a fim de implementar melhorias e oferecer suporte mais adequado. 4 – Digitalização Disponibilizar o seu negócio no meio online traz uma série de vantagens, sendo talvez a principal delas o fato de que, a qualquer hora, em qualquer lugar, alguém pode adquirir seus produtos e serviços. A loja digital vende 24 horas por dia todos os dias. 5 – Lojas físicas Não mais limitados a “pontos de venda”, as lojas físicas agora se tornam uma extensão experiencial do que as lojas virtuais não podem oferecer. Isso significa explorar as vantagens do mundo físico de modo mais elaborado ou estratégico que antes. 6 – Entender os canais de venda Aposte nos canais que realmente fazem sentido para o seu público, tenha controle de qualidade sobre cada um, unifique as informações e foque em aprimorar a fluidez das jornadas do cliente. 7 – Modelo de assinatura A oferta de serviços no modelo de assinatura tem crescido a cada ano, fazendo com que a ideia de compra se desvencilhe aos poucos da ideia de posse: o consumidor não paga mais para adquirir, mas para acessar e experienciar.  8 – Delivery de tudo O modelo na experiência de compra do cliente é tão (ou mais) fundamental para os negócios quanto a presença digital. 9 – Turismo introspectivo O turismo introspectivo se relaciona com o crescente desejo na população por fazer “retiros rurais” e passar temporadas em locais mais tranquilos e isolados, especialmente quando cercados por natureza. Este movimento cria uma grande oportunidade para os pequenos negócios destas áreas, com potencial para fortalecer a economia da região. 10 – Sustentabilidade Essa é a nova base dos negócios. Essas questões têm se tornado tão fundamentais quando falamos em mercado e indústria que já é possível identificar uma espécie de setor econômico crescente originado dela. 11 – Economia circular Os materiais que vão para descarte podem ser comercializados ou permutados entre empresas, doados pela ou para a população, reutilizados em novos processos de produção, transformados em bioenergia. 12 – Energias renováveis Uso de energias renováveis e emergentes como a solar, eólica e bioenergia começam a ganhar cada vez mais espaço nos negócios. 13 – Conectividade A conectividade deixou de ser uma grande novidade para a população e passou a fazer cada vez mais parte do seu cotidiano, especialmente a partir da pandemia. O público finalmente começa a desfrutar em peso das praticidades oferecidas por essas tecnologias e espera agora solucionar questões rotineiras, das mais triviais às mais complexas, a partir delas. Para o mercado, este é um ponto sem volta. 14 – Bem-estar Como forma de compensar os desgastes psicológicos vividos recentemente, as pessoas estarão propensas a buscar por “momentos de fuga” de distintas maneiras. O público estará ainda mais ávido pela procura de serviços que contribuam para o seu bem-estar. Este conteúdo foi produzido por Jornal de Negócios do SEBRAE-SP, para o portal EXAME.COM

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ACISA Podcast – Chegou a hora de levar sua empresa e as pessoas para o futuro

Ouça também em: O conceito de “futuro” está, muitas vezes, alinhado a algo que ainda está distante. Quem assistiu o segundo filme da trilogia De Volta Para o Futuro (Back to the Future Part II), por exemplo, notou o quanto os realizadores da icônica obra esperavam, em 2015, um mundo completamente diferente da década de 80, especialmente por conta do upgrade tecnológico – e vale dizer que eles mais acertaram do que erraram em suas previsões, trazendo a tona biometria, casa inteligente, tela plana e até mesmo os carros voadores que, embora não tenham preenchidos nossos céus há seis anos, ao menos já estão com protótipos em desenvolvimento. Porém, enquanto na ficção há um “tempo de espera” de quase 30 anos entre a realidade da época e o futuro desenhado, quando falamos em mercado de trabalho, o intervalo é consideravelmente menor. Em meio a isso, é indiscutível que as companhias não podem mais esperar para tornar o seu presente mais próximo de um futuro que já bate à porta. Para isso, é necessário planejamento e investimento assertivo no desenvolvimento de pessoas. Além disso, há desafios que deverão ser superados. De acordo com uma pesquisa realizada pelo LinkedIn, as soft skills já caíram nas graças da Geração Z, que entende sua importância, e portanto tem preocupações. 72% desses jovens sentem que a pandemia prejudicou o aprendizado de tais habilidades. Para eles, aliás, a distância ou de volta para o escritório, comunicação, inteligência emocional, aprendizado contínuo, capacidade de resolução de problemas e adaptabilidade são competências que não podem mais deixar de serem trabalhadas.   AS HABILIDADES DO SÉCULO XXI Embora os profissionais competitivos tenham a noção de que a aprendizagem contínua é necessária e poderosa, é sempre importante se questionar sobre quais skills devem ser priorizadas. Em seu blog, a ATD traz a lista de habilidades mais importantes para o século XXI listadas pela The Conference Board. São elas: Pensamento globalizado e alta compreensão de negócios; Habilidade de encontrar propósito em meio a mudanças organizacionais; Habilidade de se adaptar a diversas situações; Autodirecionamento para mapear sua própria aprendizagem; Lifelong Learning: aprendizagem motivada pela curiosidade, pela paixão e ao longo de toda a vida; Habilidade para extrair propósito em ambientes que requerem autoconsciência, pensamento adaptativo (ter respostas para situações inesperadas) e mindset de design; Trabalho em equipe – um ambiente de trabalho colaborativo e engajador é positivo para influenciar pessoas; Agilidade e resiliência para tomar decisões e resolver problemas; Mentalidade positiva e de crescimento – encarar desafios como oportunidades; A capacidade de ser polivalente. Para atrair, reter e desenvolver pessoas, o futuro nunca esteve tão presente. É hora das empresas reverem conceitos, se prepararem para as mudanças e assumirem uma postura competitiva. Este conteúdo foi produzido por LEARNING SG.com

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ACISA Podcast – Utilize técnicas de persuasão a favor de seus negócios

Ouça também em: Quando inicia uma negociação, você precisa entender algumas técnicas para facilitar a venda ou fechamento do negócio. Por isso, surgem as seguintes questões: Como convencer clientes a comprar seus produtos? De que forma persuadir outra pessoa em uma negociação? Para ajudar quem está na linha de frente com o cliente, trazemos aqui algumas técnicas de persuasão para você começar a aplicar agora mesmo. O que são técnicas de persuasão? Primeiramente, vamos entender o que persuasão significa. Trata-se de uma estratégia de comunicação que consiste em utilizar recursos lógico-racionais ou simbólicos para induzir alguém a aceitar uma ideia, uma atitude ou realizar uma ação. Ou seja, convencer ou persuadir alguém é algo que nunca acontece à força. Trata-se de uma estratégia para fazer com que a outra pessoa abrace sua ideia como se fosse dela. Agora, vamos às dicas? Reciprocidade Toda vez que você faz alguma gentileza para alguém, a outra pessoa acaba se sentindo na obrigação de retribuir essa ação quando tiver a oportunidade. Por exemplo, quando você sai para almoçar com um amigo e decide pagar o valor total da conta. É muito provável que a reação seja demonstrar o desejo ou até mesmo o comprometimento em pagar tudo da próxima vez. A reciprocidade é uma das técnicas de persuasão que envolve o entendimento da importância em dar algo primeiro para oferecer depois. É o contrário do que é feito em campanhas de crowdfunding, conhecidas popularmente como “vaquinhas”. Nelas, a recompensa é ofertada somente após a doação. Por isso, muitas iniciativas desse tipo encontram dificuldade para obter sucesso. Da mesma forma, é possível aplicar esse pensamento em uma negociação. Nesse sentido, nunca espere que o outro lado se disponha a ceder ou a encontrar um acordo que beneficie todas as partes se você não demonstrar isso primeiro. Troca sem uso de dinheiro Muita gente acredita que o dinheiro tem o poder de comprar tudo, inclusive coisas imateriais, como favores. No entanto, nem todas as pessoas compartilham dessa mesma motivação. Afinal de contas, existem pessoas que não colocam os bens materiais como prioridade de vida. Além disso, também há aqueles que já possuem tanto dinheiro que não precisam pensar sobre isso. Portanto, o segundo item da nossa lista de técnicas de persuasão traz o alerta para, nesses casos, focar em outros valores. Esse modo de pensar por vezes não é considerado, pois estamos muito condicionados a valorizar o dinheiro como a maior vantagem de todas. No entanto, se o dono de uma loja de brinquedos for uma pessoa que se envolve emocionalmente com causas sociais, as chances de convencê-lo a doar parte de seu estoque ou dar um grande desconto para organizações que trabalham com caridade são muito grandes. Além disso, essa técnica abre um leque de possibilidades para a formação de parcerias entre instituições que possuem os mesmos valores e atuam com o mesmo propósito. Portanto, nem tudo se resume a ter dinheiro, e sim a fazer uma boa leitura das pessoas com quem você quer fazer negócios. Conformidade O ser humano tem uma forte tendência a concordar e seguir o pensamento da maioria. É muito comum ver uma pessoa concordar em fazer algo somente porque várias outras pessoas também estão fazendo. Existem estratégias de marketing que utilizam essa técnica em mensagens que comunicam o que a grande parte das pessoas está realizando. Convencendo, assim, as outras pessoas a fazerem o mesmo. Por exemplo, se você precisa persuadir os hóspedes do seu hotel a evitar o consumo de copos plásticos, pode comunicar que a maioria já está fazendo isso. Assim, a pessoa se sente inclinada a fazer o mesmo e não ser a única a ser vista com um copo plástico na mão. Dessa forma, você pode ainda incluir uma propaganda de uma garrafa térmica que está à venda na loja do hotel. Por que não? Interação Quando você interage com as pessoas, não está apenas interagindo. Nesses momentos, você está vendendo suas ideias, seus talentos, seu produtos, sua imagem, entre outras coisas. Portanto, é importante aproveitar as interações para criar situações nas quais todos saem ganhando. Quando seus interesses estão alinhados aos objetivos das outras pessoas, tudo fica mais simples e fácil de se conseguir. Como podemos ver, as técnicas de persuasão podem parecer complexas, mas na verdade são simples de serem aplicadas. Basta manter uma visão ampla das situações e você perceberá qual a melhor forma para convencer seus clientes e parceiros de negócios. Este conteúdo foi produzido por FIA – Fundação Instituto de Administração – LABFIN • PROVAR

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ACISA Podcast – Blockchain e ESG: uma aliança importante para a confiança do mercado

Ouça também em: Nos últimos anos, a expressão ESG (Environmental, Social and Governance) tem se tornado um tema frequente nos noticiários, nas pesquisas na internet e pautas de investidores e diretores das empresas. O crescimento é compreensível por diversos fatores, e dois merecem destaque. O primeiro, é a finitude dos recursos naturais e respectivo impacto ambiental e social que as empresas naturalmente ocasionam versus o crescimento da demanda por serviços, produtos e da própria população. O segundo, é a tendência do direcionamento dos recursos financeiros dos principais investidores para empresas que pensam ESG na condução de seus negócios. Segundo pesquisa realizada pela PWC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa considerarão os critérios ESG na hora de investir, bem como 77% dos investidores entrevistados indicam que pretendem não adquirir produtos não ESG nos próximos anos. Não custa também lembrar que o CEO da Black Rock, uma das maiores gestoras de ativos do mundo, tem se manifestado reiteradas vezes para dizer que a gestora direcionará seus investimentos, cada vez mais, para ativos “ESG”. Os dados e tendências do consumo, dos investidores e do próprio direcionamento do meio ambiente tornam o assunto relevante para o direcionamento dos negócios empresariais, os quais buscam perenidade, sustentabilidade e lucratividade de suas atividades e, naturalmente, transparecer isso aos clientes e investidores. ESG: é nessa transparência que surge outro grande desafio O que, ou como, transparecer? E mais, como garantir a confiabilidade das informações aos investidores e clientes, escapando do chamado greenwashing? A preocupação é relevante, principalmente pelas discussões em torno da divulgação mascarada de informações que tentam levar o investidor ou consumidor a erro. Vale lembrar que a CVM exigirá a partir de 2023, nos formulários de referência das companhias abertas, informações sobre aspectos socioambientais das companhias. Logo, além de se preocupar com o alinhamento estratégico do tema ESG no direcionamento do negócio, precisam prestar informações confiáveis ao mercado, principalmente em seus relatórios de sustentabilidade. E o tópico tem mais um elemento complexo. Ainda que as principais consultorias globais se reúnam e tentem criar parâmetros comuns e harmônicos de análise e divulgação dos dados dos fatores-chave do ESG entre as empresas, atualmente inexiste meios únicos capazes de avaliar o desempenho das organizações nos pilares de forma padronizada. Cada consultoria ou metodologia, naturalmente, classifica e atribui uma nota diferente às empresas. Como resultado dessa falta de parametrização da análise e leitura dos dados, as empresas acabam prestando contas aos investidores de forma diferente, o que dificulta a análise e comparação entre elas ou de qual investimento realizar. E qual o elo do tema com a tecnologia e, principalmente, a blockchain? Ora, de algum modo ambos os temas estão relacionados à capacidade de inovação das empresas. Por outro lado, blockchain é um dos meios tecnológicos atuais mais seguros para registrar e confirmar transações dos usuários, em razão do seu modo de funcionamento e inviabilidade de mutação ou fraude. Inclusive, essa é a aposta de Lewis Tian, ao creditar à tecnologia blockchain e aos smart contracts um caminho mais seguro para a confiabilidade das fontes e informações relacionadas ao tema ESG. Com o intuito de criar um gerenciamento seguro, eficaz e transparente da cadeia de suprimentos, o blockchain desponta como ferramenta eficaz para rastrear o movimento em tempo real de bens e serviços. A tecnologia tem sido adotada por diversas aplicações, que passam por ofertantes de serviços financeiros, (por exemplo, Ripple e Libra), distribuição de alimentos e agrícolas (por exemplo, IBM Food Trust e Bumble Bee Foods), cadeias de suprimentos de saúde e farmacêutica (como ProCredEx e MediLedger). Outro exemplo é a Green Mining que utiliza blockchain para rastrear os lotes de resíduos, para garantir o peso e o tipo de material em cada local de coleta. A pesagem é feita localmente e fotografada para armazenar registros, e, por fim, o material recebe um código rastreável através de blockchain, ou seja, sem possibilidade de adulteração. Ainda, destaca-se a Arabesque, que usa seus próprios conjuntos de pontuações ESG e inteligência artificial para gerenciar investimentos com base no desempenho financeiro e ESG. A temática ESG não é simples e de difícil mensuração e inserção nas mesas decisórias das empresas. Porém, parte da dificuldade em se medir os parâmetros e números que influenciam na adoção das práticas ESG pode ser resolvida por meio da tecnologia, em especial, o blockchain, em razão de seu potencial para garantir informações fiéis e auditáveis que reflitam o desenvolvimento sustentável das empresas. Este conteúdo foi produzido por Filipe Duarte, para o portal Consumidor Moderno.COM.BR

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ACISA Podcast – Como o metaverso vai ajudar no desenvolvimento dos colaboradores nos próximos anos?

Ouça também em: Do ano passado para cá, há um assunto que ocupou a mídia e as reuniões internas realizadas pelas equipes focadas em inovação das empresas: o metaverso. Segundo levantamento da Bloomberg Intelligence, a previsão é que essa tecnologia movimente cerca de US$ 800 bilhões até 2024, o que a coloca como uma das principais tendências para os próximos anos. Mas, o que exatamente é o metaverso? Para explicar de forma simplificada, ele é definido como um ambiente digital no qual é possível alcançar níveis de imersão e interação muito mais elevados do que o que temos atualmente. E isso será realizável com a ajuda de realidade virtual, realidade aumentada e internet com velocidade e boa conexão – o que devemos ter principalmente após a chegada do 5G no Brasil. A partir da junção dessas e de outras ferramentas tecnológicas, teremos a criação de espaços virtuais com cenários próximos à realidade com a proposta de simular situações que vivemos no dia a dia de maneira bem realista. Atentas às novidades, as empresas dos mais variados segmentos já estão desenvolvendo projetos para trazer essa solução para dentro de casa. E, ainda que as discussões envolvendo o metaverso estejam mais voltadas às diferentes formas que ele vai transformar a vida dos consumidores, é importante lembrar também do seu potencial de trazer muitas mudanças positivas e disruptivas para o setor corporativo. Nos últimos anos, vimos as organizações se movimentarem fortemente para investir em educação corporativa, principalmente por meio do ensino à distância, com o objetivo de promover uma maior qualificação e formação para os colaboradores. De acordo com a pesquisa Global Marketing Insights, até 2027 o setor de e-learning deve duplicar seu tamanho, recebendo investimentos de US$ 499,1 bilhões, vindos principalmente de instituições comprometidas com a capacitação de seus funcionários. Essas ações têm se mostrado muito positivas, influenciando não apenas no sucesso das empresas, mas também na percepção que os consumidores têm sobre elas. Nesse cenário, será possível colocar a educação corporativa com mais facilidade como um dos principais pilares das companhias, pois os benefícios que ela trará ao ser atrelada ao metaverso serão ainda mais impressionantes e inegáveis. E, com o advento dele, ganhamos mais uma ferramenta que pode em um mesmo ambiente usar vários elementos e acessórios para criar experiências diferenciadas para os usuários. Mas, no final das contas, o mais importante sempre vai ser entender o público para o qual a iniciativa será endereçada e utilizar o melhor canal para entregar os conteúdos, que pode ser desde mecanismos tradicionais até o metaverso, combinando componentes de todos eles com um único objetivo: entregar o conhecimento da forma mais efetiva. Este conteúdo foi produzido por Samir Iásbeck, para o portal Consumidor Moderno.COM.BR

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ACISA Podcast – Design Thinking na prática: conheça as etapas e comece já

Ouça também em: Uma das principais ferramentas para buscar inovação nas empresas que temos hoje é o design thinking, uma metodologia que parte do pensamento criativo que os designers usam para desenvolver projetos e aplicam-na para o desenvolvimento de novas ideias de produtos e serviços que estejam alinhadas com necessidades reais de pessoas reais. Pesquisando nas principais referências que falam sobre design thinking, encontramos as seis etapas básicas para tirar as ideias do papel por meio dessa metodologia. São elas: Empatia Definição Ideação Prototipação Teste Implementação Vamos conhecer melhor cada uma dessas fases, entendendo seus objetivos.  Etapa 1 – Empatia: Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro para compreender seus problemas, necessidades e expectativas. No momento de buscar inovação na sua empresa, você precisa saber muito bem como o seu cliente é para que possa oferecer produtos e serviços que estejam alinhados como que ele espera e precisa. Por isso, a empatia é a primeira etapa do design thinking, onde o objetivo é observar o consumidor e identificar as oportunidades que podem surgir a partir dos problemas que eles ainda não têm uma solução. Para colocar esta etapa em prática, você precisa descobrir quem são as pessoas que você pretende atender. Para isso, é importante buscar todas as informações que estiverem ao seu alcance sobre seus atuais e/ou possíveis clientes. Faça um mapeamento de todo o cenário em que seu cliente está inserido. Tente observar atitudes e reúna o máximo de informações possíveis, por meio de entrevistas e observações. A partir dessas informações coletadas, você vai ter uma coleção de dados que vão te dar muitas ideias e possibilidades. Então é hora de definir o que vai ser o foco, para que as coisas comecem a tomar um rumo mais específico. Etapa 2 – Definição: A segunda etapa do design thinking serve para estabelecer o foco do seu projeto, para que as soluções a serem geradas busquem um objetivo claro. É hora de pegar todas as oportunidades identificadas na primeira fase e selecionar o problema chave para o qual você irá buscar a solução. Para fazer a definição, é preciso considerar ponto de vista do cliente. Comece destacando os problemas mais importantes. Tenha em mente que nesta hora ainda não estamos falando de soluções e sim de problemas. Quanto mais claro estiver o problema, mais objetiva será a solução. Etapa 3 – Ideação: Agora é a hora de colocar a cabeça para ter ideias! A etapa de ideação é quando começamos efetivamente a geração de alternativas. Ou seja, primeiro definimos e entendemos o nosso cliente, depois escolhemos o problema ao qual vamos oferecer uma solução inovadora e só agora começamos a gerar ideias. Dessa forma, conseguimos aproveitar melhor o nosso tempo, focando a geração de ideias com um objetivo claro em mente. Uma coisa muito útil de se fazer neste momento é um brainstorming, aquela reunião de geração de ideias. Reúna a equipe, faça perguntas, anote tudo. Incentive os participantes a desenvolver cada vez mais as ideias, misturando e complementando tudo o que aparecer de alternativa. Ah, importante: o momento do brainstorming não é hora de cortar as ideias e sim de incentivá-las. Tome esse cuidado com a sua equipe. Depois do brainstorming, aí sim: selecionem as três ideias mais promissoras para passar para a próxima etapa. Etapa 4 – Prototipação: A quarta etapa é o momento de tornar as ideias palpáveis, para que possam ser testadas na fase seguinte. Quero que uma coisa fique bem clara para você sobre a fase de prototipação: um protótipo não é seu produto final e sim um meio para que você aprenda mais sobre o seu produto. É por meio do protótipo que você vai fazer todos os ajustes necessários antes de produzir em grande escala. Então não precisa ficar desesperado achando que seu protótipo está “feio” ou “incompleto”. É melhor estar assim na fase de testes do que chegar assim ao mercado, onde não tem volta, não é mesmo? Pensando no objetivo do protótipo (tornar a ideia “testável”) o melhor protótipo que você pode criar é aquele em que se investe menor tempo e dinheiro para gerar o máximo de aprendizado possível. Etapa 5 – Teste: Com o protótipo em mãos, é hora de testar! O teste é o ponto chave do design thinking, que é quando você vai entregar o seu produto para um possível cliente, para que use e forneça suas impressões. Nessa fase você vai apresentar o protótipo aos clientes, que podem ser aqueles que você entrevistou na fase de Empatia ou algum outro que tenha o mesmo perfil. Observe como eles farão o uso do produto e anote todas as suas observações e opiniões do cliente que surgirem. Lembre-se de sempre perguntar o porquê de cada comentário, para que as motivações fiquem claras e te ajudem a aprender ainda mais. A partir do aprendizado gerado nesta fase, são feitos os ajustes para colocar o produto no mercado. Etapa 6 – Implementação: A última etapa do design thinking nada mais é do que colocar em prática o produto final. É a fase mais difícil, pois muitos processos novos serão iniciados e a sua empresa precisa estar preparada para isso. Infelizmente nesta fase é onde a maioria dos projetos falham. Então, quando for começar projetos de inovação na sua empresa, já tenha isso em mente e prepare a sua equipe para desenvolver da melhor maneira possível, completando todas as etapas e alcançando seu objetivo de inovação. Este conteúdo foi produzido por Diego Carmona.com.br

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