Author name: Comunicação e Marketing ACISA

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ACISA Podcast – O que são Soft Skills? (E porque são o futuro!)

Ouça também em: O relatório de tendências para o futuro do LinkedIn evidencia: 80% dos profissionais entrevistados entendem os soft skills dos colaboradores como algo cada vez mais importante para o sucesso da empresa. Não apenas isso, 92% avaliam soft skills como igualmente ou até mais importantes que hard skills, e 89% justificam demissões por falta de soft skills.Mas afinal, o que são soft skills? Soft skills, também conhecido por people skills, são o conjunto de competências necessárias para se ter uma boa relação com outras pessoas, e para entender a si mesmo, englobam tanta a inteligência interpessoal e intrapessoal, e podem ser exemplificadas por competências como boa comunicação e autoconhecimento, essenciais para o bom convívio em sociedade.Porque soft skills são importantes para a sua empresa? Apesar das diferenças, a relação entre essas habilidades e as competências técnicas é de sinergia, “enquanto a primeira determina o que um funcionário potencialmente pode realizar, a segunda cria condições para execução das ideias na prática.”. Portanto, soft skills são de suma importância, e vão além da vida pessoal. Liderança, iniciativa, persistência, comprometimento, responsabilidade, consistência e criatividade, são alguns exemplos de competências procuradas em um profissional, todas soft skills. Um vendedor que domine o Funil de Awareness e consiga vender muito mais, vai deixar oportunidades chaves passarem por falta de proatividade. Um Plano de Marketing Digital pode seguir todas as diretrizes teóricas, mas vai fracassar se não tiver empatia com o cliente. Uma pessoa pode conhecer todos os passos para fazer acontecer, mas se não tiver iniciativa para tomar o primeiro passo, nada acontece. E porque soft skills são mais do que importantes, mas o futuro da sua empresa? Como os exemplos acima ilustram, soft skills sempre foram fundamentos do arsenal de competências de um profissional. Apesar disso, o tema só entrou em voga na atualidade, e a razão é: Para prosperar no futuro, as soft skills deixaram de ser um diferencial para se tornar uma necessidade, e isso é justificado por 3 grandes motivos: Flexibilização do trabalho: Um dos motivos da crescente relevância desse assunto é a flexibilização do trabalho. Vamos aos dados: 79% das companhias pretendem fazer mudanças grandes ou moderadas em prol do trabalho híbrido, que combina o trabalho remoto com o presencial, e 90% dos funcionários querem essa flexibilidade. O mundo mudou, e essa mudança veio para ficar.Então, buscando sustentabilidade nessa transição ao trabalho flexível, investir no desenvolvimento de soft skills como autogerenciamento, colaboração e adaptabilidade, são cruciais, por serem as habilidades mais essenciais para garantir a prosperidade de colaboradores e empresas em um ambiente ágil e flexível. Mercados em disrupção: Outro fator para a escalada do termo “soft skills” nos relatórios de tendências é a disrupção dos mercados. Disrupção significa: “Interrupção do curso normal de um processo”, e define bem a situação: 70% das empresas estão sofrendo algum tipo de disrupção, e a questão não é mais “se”, e sim “quando” o seu setor de atuação será reinventado; Para muitos deles, a resposta é “Agora”. Até por isso, pela volatilidade do mundo em que vivemos, o Spotify hoje fala de competências “duráveis” e “perecíveis”, que ressaltam a importância do assunto para o futuro. Enquanto hard skills são perecíveis, e se tornam obsoletos com as constantes mudanças do mercado, soft skills são duráveis, e mantêm seu valor, tanto na vida profissional quanto pessoal.Serviços automatizados: Por fim, a automação de tarefas é a terceira grande razão da importância das soft skills para o futuro. “Com a adoção tecnológica impulsionada pela COVID-19, não só a automação do trabalho está chegando mais rápido do que imaginávamos, mas muitos dos trabalhos perdidos serão extintos da economia para sempre”, compartilha Marcus Bowles, o diretor do Institute for Working Futures (IWF). Conforme as atividades operacionais forem automatizadas, mais as soft skills serão destaque, sendo vantagem dos profissionais em relação à máquina. Não à toa, pesquisas apontam que 70% dos perfis de trabalhadores no futuro, em áreas não técnicas, é fundamentado por soft skills. E quais ações sua empresa pode tomar? Resultado que pode ser alcançado dando a devida importância para as soft skills tanto nos processos de recrutamento quanto no desenvolvimento interno de talentos. E para isso, tanto Marcus Bowles, o diretor do Institute for Working Futures (IWF) quanto a LinkedIn Talent Solution concordam em 3 ações para iniciar a transformação da sua empresa:Padronizar a avaliação de soft skills: O primeiro passo é padronizar a avaliação da empresa. Sendo avaliadas por ferramentas de última geração que utilizam inteligência artificial, ou por perguntas comportamentais e situacionais básicas, o importante é que as interpretações sejam consistentes. Então estabeleça algumas perguntas padrão, isso permite que as avaliações sejam facilmente comparadas. Determinar as soft skills mais valiosas: Com as perguntas padronizadas, o segundo passo é avaliar quais habilidades comportamentais seus melhores profissionais têm em comum, comparar que soft skills os destacam dos demais colaboradores, e o que precisam para superar os desafios futuros da empresa. Entreviste seus colaboradores, pergunte, entenda, e por fim, terá determinado as soft skills mais valiosas para a sua empresa, tanto para o futuro quanto para o presente. Selecionar e capacitar com base nas soft skills mais valiosas: Agora é a hora de agir. Avaliar os candidatos com base nas habilidades valiosas para empresa, é garantia de que potenciais líderes não passem debaixo do radar nos processos de recrutamento e seleção. E desenvolver essas soft skills entre os colaboradores que já fazem parte da sua empresa, através de workshops, treinamentos e cursos, é o caminho para construir grandes profissionais altamente leais a sua empresa. Ação bônus: Acompanhar o desenvolvimento dos colaboradores: Executar essas três ações em ciclos, é suficiente para garantir uma constante validação das soft skills essenciais para a empresa, o aperfeiçoamento das técnicas de avaliação propostos pela empresa, e a seleção e desenvolvimento de talentos. Mas como dica bônus, registrar todas essas informações em um banco de dados, permite a análise de resultados das campanhas de seleção e de treinamento, e a tomada das melhores decisões a partir dessas análises. Conclusão: Quando se

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ACISA Podcast – Como a inteligência de mercado pode contribuir para sua empresa?

Ouça também em: Imagina qual empresa não gostaria de conhecer seus clientes a fundo, estar alinhada às tendências do seu segmento e ainda se antecipar na resolução de problemas? A resposta vem com a utilização da inteligência de mercado em prol do seu negócio. Implantar uma área com especialistas em dados ou contratar uma consultoria para dar suporte na análise das informações é um caminho bastante usado pelas grandes organizações. O objetivo principal é obter informações qualificadas para a tomada de decisão mais assertiva nos negócios da empresa. Além disso, ter os dados analisados de forma adequada proporciona ações rápidas e correção de rotas, que levam você a se destacar no mercado. Essa estratégia de marketing é baseada na coleta de informações relevantes, o processamento dos dados e um tratamento que permite compreender seu público e o posicionamento de sua marca. Possibilita, então, que gestores e desenvolvedores dos produtos reflitam sobre a manutenção e a ampliação de seu portfólio. Através de pesquisas, é possível saber a percepção de seus clientes sobre a marca, produtos e serviços oferecidos. Ou seja, a empresa que deseja conhecer mais do seu público ou expandir em outros segmentos recorrem a pesquisas aplicadas diretamente a seus clientes. Podem, ainda, obter informações por meio de pesquisas de mercado já existentes, que comparam dados da concorrência. Com isso, as empresas não somente conhecem os gostos e as preferências do consumidor, como podem traçar uma estratégia e definir precificação de acordo com o mercado.Os dados ajudam a compreender os diferenciais do seu produto e também definir novos passos na produção. De olho na concorrência Ao pensar em ampliar o portfólio, a inteligência de mercado é essencial para demonstrar a posição da empresa frente à concorrência. Com conhecimento técnico, os especialistas visualizam tendências e geram insights aos gestores, o que traz inovação e superação de obstáculos. Por exemplo, fazem alertas em relação a dificuldades ou pontos que podem ser melhorados na organização. Para se manter em alta no seu setor, é essencial contar com esse tipo de monitoramento, coleta e análise de dados que os profissionais de inteligência fazem, porque somente quem percebe o que está acontecendo dentro e fora da empresa, consegue ampliar sua força competitiva e aumentar sua presença de mercado. Entenda as técnicas e ferramentas Atualmente, além de colaboradores especializados no assunto, as grandes companhias possuem big data e ferramentas que permitem um acesso mais ágil e consistente às informações.Conhecer os indicadores a serem medidos e dominar técnicas são requisitos para traçar uma boa estratégia. Os sistemas auxiliam a identificar e eliminar dados duplicados, padronizar, validar e recuperar informações. Toda essa estrutura garante a qualidade do resultado, ou seja, os dados são utilizados de maneira adequada e de forma eficaz para a tomada de decisão. Estar preparado com conteúdo relevante e conhecendo conceitos de gestão são fundamentais para que dados e informações se transformem em conhecimento e inteligência. Este conteúdo foi produzido por FIA – Fundação Instituto de Administração – LABFIN.PROVAR Bons negócios e até o próximo episódio!!

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ACISA Podcast – Antropologia do consumo: como a ciência pode ajudar o mundo corporativo?

Ouça também em: Por meio de estratégias, técnicas e pesquisas, a antropologia do consumo analisa o comportamento do consumidor a partir da esfera cultural Imagine que você é um empreendedor do ramo de calçados e decidiu produzir uma nova linha de sandálias de salto alto. Depois de investir tempo, mão de obra e dinheiro, percebe que o produto está encalhado nas prateleiras e que o público-alvo não para de comprar da marca concorrente. Diante deste cenário, um dos principais questionamentos que virá à sua mente é: “por que os clientes preferem aquele tipo de produto e não o meu?”. E é justamente essa dúvida que a antropologia do consumo busca responder. Ao contrário do que muita gente imagina, a antropologia do consumo é uma área de estudo que ultrapassa as portas do universo acadêmico e chega até as rotinas corporativas das grandes, médias e pequenas empresas. Com o objetivo de compreender o comportamento do consumidor, este núcleo de pesquisas tem ganhado espaço em diferentes esferas organizacionais e gerado bons resultados com relação às experiências positivas e assertivas dos clientes. Diante da importância destes estudos para as corporações, o Conarec 2021 convidou o antropólogo e sócio-fundador da Consumoteca, Michel Alcoforado, para explicar melhor sobre a história e as principais diretrizes desta nova abordagem de investigação. Mas afinal, o que é a antropologia do consumo? Compreender o perfil do consumidor e desvendar os hábitos de consumo sempre estiveram entre os principais objetivos de qualquer negócio que deseja aumentar o número de clientes e fidelizar os antigos. Mas nem sempre foi assim, não! Com a Segunda Revolução Industrial, no final do século XIX, houve um aumento considerável na produção de mercadorias e na elaboração de estratégias que ignoravam as necessidades do público-alvo e valorizavam apenas a otimização do tempo e a redução dos custos. Prova disso foi o Fordismo, um conhecido modelo de produção industrial que padronizou os produtos, aderiu ao conceito de linha montagem e barateou as mercadorias com o desenvolvimento em massa. Apesar de ter feito um sucesso absurdo nas primeiras décadas, este esquema acabou sofrendo com a crise da superprodução, que contribuiu para o desencadeamento da Crise de 1929.“Antes do colapso na economia, os empresários só estavam preocupados em entender como o processo de produção poderia ser mais lucrativo e eficaz. Após a crise, houve um aumento na busca pelo equilíbrio entre produção e consumo”, explicou Michel Alcoforado. Além do controle na produção e da popularização do modelo baseado no “just in time” – filosofia de gestão empresarial disseminada pela japonesa Toyota – as corporações também passaram a buscar alternativas para atender as necessidades do público-alvo e melhorar suas experiências durante a jornada de compra. A trajetória das pesquisas sobre comportamento do consumidor De acordo com o sócio-fundador da Consumoteca, as estratégias de venda para compreender o comportamento dos clientes foram orientadas por diferentes vertentes de estudo ao longo dos anos. A primeira delas, por exemplo, sofreu influência da psicologia behaviorista, já que defendia a ideia de que os consumidores deveriam ser treinados para se comportarem como as empresas queriam. “Este modelo era orientado pela lógica ‘estímulo-comportamento esperado’ e não alcançou resultados satisfatórios, já que o ser humano é complexo em todos os sentidos possíveis”, afirma Michel Alcoforado. A segunda vertente que guiou os estudos relativos ao perfil do consumidor diz respeito aos métodos estatísticos, que conduziam as grandes corporações na elaboração de produtos que atendiam os desejos do público-alvo. A psicologia social conduziu as pesquisas comportamentais da terceira etapa. “Esta área olha para o consumidor a partir de suas individualidades, mas acaba considerando apenas os discursos que as pessoas dão quando questionadas sobre suas preferências. Em geral, no campo da consciência, há um universo onde as razões que os consumidores dão para os seus comportamentos, então longe das reais razões que os levam a escolher tal produto e não o outro”, pontua. Por fim, surge a quarta e última linha de pesquisa: a antropologia do consumo, que investiga não só os discursos proferidos pelos consumidores, como também seus hábitos de consumo.Visando entender os motivos que levam determinado cliente a escolher determinado produto, esta ciência faz uso de entrevistas , observações não participantes e grupos focais para traçar o perfil do cliente e auxiliar as empresas a elaborarem mercadorias que se adequem às reais necessidades do público-alvo. Diferentemente das outras vertentes analisadas, a antropologia do consumo leva em conta o fator cultural para observar como ocorrem as relações de consumo dentro de uma sociedade. “A cultura é uma lente que usamos para enxergar o mundo. Você nasce igual a todos os outros, mas na medida em que vai se desenvolvendo em uma determinada sociedade, vai incorporando a lógica cultural do grupo em que está inserido. Nesse sentido, sob a ótica do conceito de cultura, nos damos conta de que o consumidor é influenciado pelas opiniões da sociedade e age seguindo essas regras durante as compras. É um reflexo da cultura sobre o comportamento humano”, finalizou Michel Alcoforado. Desse modo, os bens de consumo passam a ser considerados pelos indivíduos tanto como ferramentas que atendem suas necessidades individuais ou coletivas, quanto como forma de inclusão e aceitação no grupo ao qual pertence. E tal descoberta deve ser considerada pelas empresas que desejam atingir o público e se consolidar no mercado. Este conteúdo foi produzido por Adriele Silva, para o portal Consumidor Moderno. Bons negócios e até o próximo episódio!!

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ACISA Podcast – Os desafios nos bastidores de uma loja on-line

Ouça também em: Já virou “chover no molhado” quando falamos que o varejo precisa estar presente no virtual. Mas, há anos, quando as lojas on-line começaram a cair no gosto do cliente, a visão de extrapolar as paredes do ambiente físico ainda não era uma estratégica potente para o negócio, mas apenas um “bônus” para o cliente. Essa realidade já mudou, e o cenário de pandemia impulsionou o que antes era apenas um adicional. Hoje, o ambiente on-line é muitas vezes o ponto de partida para vários empreendedores. Isso porque o crescimento é visível: de acordo com a Ebit |Nielsen, o faturamento do comércio eletrônico no primeiro semestre de 2021 foi de R$ 53,4 bilhões, 31% a mais que o mesmo período de 2020. E o varejista está de olho nessa crescente. Mais do que estar presente no ambiente físico, virtual, ou em ambos, o cenário atual exige que o varejista pense em como desenvolver planos de ação, implantar estratégias e investir em processos de gestão de ponta para manter o site funcionando e vendendo bem. Mas, por onde começar?  Durante o desenho de metas de um negócio on-line, definir o objetivo de faturamento é uma parte importante do processo. Porém, ao mesmo tempo, não é o principal. Antes de se pensar em quanto dinheiro será ganho com o site, é preciso entender pontos como: quanto de tráfego será necessário no site; o quanto desse tráfego se traduzirá em cliques; quanto desses cliques se tornarão vendas. Estabelecer a meta de taxa de conversão também precisa estar no radar e conectado com a meta de faturamento, pois um depende do outro. Como essas estratégias traçadas, vem a próxima etapa: como trazer pessoas para a loja on-line? Organicamente, um bom exemplo são estratégias de SEO (Otimização para sites de buscas), que visam atrair o público que pesquisa produtos e serviços em sites de busca, como o Google. Além disso, o marketing offline também pode ser uma jogada inteligente, seja por meio da divulgação boca-a-boca ou estabelecendo parcerias para fortalecer a marca. A mídia paga também não deve ser deixada de lado, com o impulsionamento sendo feito por banners, links e imagens, sempre direcionados de forma pensada: desde horário de veiculação até em quais ambientes esses anúncios serão vistos. Embora a oferta de produtos com preços interessantes ao público seja um dos principais focos do varejista, as vantagens precisam ser ainda mais atraentes e oferecer basicamente tudo o que o cliente pode querer. Desde condições de parcelamentos, fretes atrativos com prazos rápidos de entrega, até meios de pagamento variados. O frete, que pode parecer apenas mais uma etapa no processo da compra, tem um peso decisório enorme para o consumidor. Uma pesquisa da Offerwise encomendada pelo Facebook revelou que a opção de “frete grátis” é o item mais importante durante a decisão de compra, com 54% da preferência dos brasileiros, acima até do “preço do produto”, que ficou com 51%. E do outro lado da balança, a mesma pesquisa revelou que a questão “frete elevado” é o principal motivo para a desistência de uma compra, com 43% dos votos. A loja on-line é 100% virtual para quem compra, não para quem vende. Isso porque, por trás do funcionamento do negócio, existem pessoas que ficam à frente dos processos. Por isso, investir na formação de equipes qualificadas é essencial para ter um negócio alinhado com os objetivos desenhados no início. Em muitos casos, o varejista também opta por investir em sistemas de gestão completos, que auxiliam durante diversas etapas específicas para o funcionamento da loja, unindo funções em uma única plataforma – desde controle de estoque até criação de promoções, por exemplo. É uma maneira de garantir um leque maior de possibilidades para o cliente, com a vantagem de ter tudo concentrado em um só sistema, evitando possíveis ruídos. A jornada está traçada: desenhar um planejamento baseado em objetivos palpáveis; buscar formas de atrair consumidores; não deixar o marketing de escanteio; investir em vantagens em toda a jornada de consumo; e contar com uma base de qualidade de equipes e sistemas. Deixar um dos fatores para depois pode gerar impactos negativos e atrapalhar o sucesso da loja on-line. Já ficou claro que o nicho virtual cresce a cada dia que passa, se estabelecendo como parte fixa do dia a dia dos brasileiros, e quem não pretende ser só mais um na multidão, terá que focar no passo a passo e sempre pensar para além do básico. Este conteúdo foi produzido por Tiago Mello, diretor de produtos da Linx Digital para o portal do Comércio – NewTrade Bons negócios e até o próximo episódio!!

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ACISA Podcast – Evolução do marketing: entenda como chegou à versão 4.0

Ouça também em: A evolução do marketing é constante. Se manter atualizado sobre as tendências do mercado de consumo é algo essencial para qualquer tipo de empreendimento que deseja alcançar o sucesso. Esse assunto anda de mãos dadas com a evolução do consumidor. Afinal de contas, hoje em dia podemos perceber como é grande a influência que o cliente exerce no mercado. Mas como chegamos até a realidade dos dias atuais? A evolução do marketing Marketing 1.0 Para começar, o marketing 1.0 tinha o foco no produto. Ou seja, outros fatores não eram levados em conta. A produção era grande e a demanda incentivada, mas sem saber a fundo qual seria o público final. Marketing 2.0 Com o marketing 2.0, o mercado começou a entender que para todo produto existe um consumidor. Ou melhor, a partir dessa versão, viram que existem pessoas que vão se interessar em adquirir o produto e que sentirão sua necessidade. Neste caso, diferente do início, há a consciência de que não vale a pena produzir apenas pelo ato. Nesse sentido, os nichos de mercado começam a surgir com alguma segmentação básica. Marketing 3.0 Ao chegar no marketing 3.0, os negócios dão um passo muito importante na evolução das vendas. Nesse momento, começa a ser introduzida a noção de valor.Em outras palavras, os profissionais começam a se importar com elementos que, até então, estavam sendo ignorados. Com isso, o consumidor começou a receber muito mais atenção. O grande salto dessa evolução está baseado no entendimento de que a segmentação básica do marketing 2.0 precisava ser aprofundada. Ou seja, aqui, começamos a valorizar de fato o trabalho de conhecer o consumidor. Marketing 4.0 Quando passamos para o marketing 4.0, a compreensão de valores é mantida, porém dentro de um contexto totalmente novo. Afinal, estamos falando do acesso à Internet e da era digital. Agora, começamos a contar com canais digitais e a transmissão de todo o foco dos valores para isso. Ao passo que, no marketing 3.0, a atenção do trabalho era voltada aos canais tradicionais, no marketing 4.0, é a vez do digital. Além disso, o ser humano e seus valores seguem com enorme importância. Nesse sentido, existe um desejo em saber por que as coisas são feitas, quais são os propósitos das empresas. Hoje em dia, ter acesso a essas informações faz parte da jornada de compra do consumidor. Afinal de contas, é cada vez mais importante que haja uma identificação entre empresa e cliente. Consequências da evolução do marketing Como podemos ver, atualmente é mais promissor investir em posicionamento, identidade de marca, entre outras estratégias. Portanto, o que antigamente não parecia relevante, hoje em dia é imprescindível. No marketing 4.0, é preciso valorizar essa essência do negócio e mantê-la sempre fresca para os clientes. Em outras palavras, isso significa que o cuidado em se manter atualizado com as tendências do mercado é de extrema importância. É preciso se dedicar com afinco a conhecer todos os detalhes dos seus clientes. Do que eles gostam, o que valorizam, o que curtem nas redes sociais, entre outras informações que podem e devem ser utilizadas na tomada de decisão. Este conteúdo foi produzido por FIA – Fundação Instituto de Administração – LABFIN.PROVAR Bons negócios e até o próximo episódio!!

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21ª Carta de Conjuntura da USCS

Sob a direção da Pró-Reitoria de Graduação e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, o Observatório de Políticas Públicas, Empreendedorismo e Conjuntura da USCS é formado por professores, alunos e parceiros convidados, tendo como objetivo elaborar e publicar, periodicamente, notas técnicas no campo das Políticas Públicas, Empreendedorismo e Conjuntura. Clique aqui para acessar a 21ª Carta de Conjuntura da USCS

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ACISA Podcast – Novos hábitos de consumo: 10 tendências para 2022

Ouça também em: Relatório da Euromonitor destaca 10 hábitos que ditarão as estratégias das empresas neste ano 2022 tem todos os requisitos para ser um grande período para os negócios. Mais recuperado que os outros dois antecedentes, este ano reserva a chegada de tecnologias almejadas, maior debate com a sociedade, mudanças no atendimento, jornada e experiência, novos hábitos de consumo, entre tantas outras novidades. As mudanças já estão sob a mesa, basta ter a perspicácia para acompanhá-las. E uma série de empresas já apontam hábitos de consumo para o mundo corporativo em 2022, como a Euromonitor, que recentemente anunciou dez tendências globais de consumo para este ano. A pesquisa é baseada em um recorte anual, chamado “Top 10 Global Consumer Trends” e mostra algumas tendências de comportamento do consumidor para nortear estratégias e planejamento nas tomadas de decisão. Confira o ranking: Plano B para consumo online De acordo com a Euromonitor, os consumidores têm encontrado soluções criativas para aquisição dos produtos que desejam. É bem provável que cresçam em todo o mundo as alternativas no e-commerce — que segue com uma tendência mais phygital —, sobretudo para a busca de itens de desejo. E, com a escassez de determinados produtos após sucessos de vendas, é de suma importância que as empresas adotem um plano B para fornecimento de suas mercadorias, em especial para momentos de muita vazão — datas sazonais e Black Friday, por exemplo. Sustentabilidade no topo dos hábitos de consumo Nos últimos dois anos, a conversa sobre a sustentabilidade ganhou uma proporção muito maior para os consumidores, fato que consequentemente afetou o comportamento das empresas quanto a venda e produção de seus produtos. A pesquisa alerta para o conceito de “eco-ansiedade” por parte dos consumidores, que estão bem mais atentos às mudanças climáticas e devem impulsionar, em 2022, um ativismo ambiental mais presente. A Euromonitor apurou que 35% dos consumidores globais reduziram suas emissões de carbono em 2021, um forte indicativo de hábitos de consumo para este ano. Gerações mais digitais, independentemente da idade Com toda essa inclusão digital acelerada pela pandemia, todas as gerações ficaram mais próximas do mundo online. E isso atingiu principalmente os mais velhos: a pesquisa da Euromonitor ressalta que os seniores ficarão mais experientes tecnologicamente. Em linhas gerais, isso implica dizer que as marcas precisam se adaptar cada vez mais às necessidades desse público e adequar seus sites e comunicações com uma centralidade que vai além dos jovens nativos tecnológicos. Mais conscientes quanto à parte financeira Vivemos um momento forte de educação financeira, uma necessidade antiga que está ditando o sucesso da maior parte dos bancos digitais. O consumidor está bem mais informado e deixou de ter “medo” do assunto finanças: está mais que disposto a ter uma gestão mais democrática de seu dinheiro. Para se ter ideia, mais da metade dos consumidores globais acredita que estará mais estável economicamente nos próximos cinco anos, conforme relata a pesquisa da Euromonitor. Com esse movimento, a gestão do consumo também tende à mudança e o consumidor passa a estar mais atento ao pagamento dos serviços e produtos que adquire. Saúde física e mental como prioridade Se teve algo que a pandemia transformou nos consumidores foi o foco na saúde física e mental. Ao longo do globo, milhares de pessoas adoeceram e sentiram os impactos da ansiedade e depressão gerada pelo isolamento social. Para a Euromonitor, 2022 será o momento da grande renovação da vida: os consumidores devem focar ainda mais no crescimento pessoal e no bem-estar, algo que direciona muito os produtos e serviços que procuram. Será o momento de estar em paz consigo mesmo, refletindo esses hábitos nas compras. Portas abertas ao metaverso O ano já começou com uma série de anúncios de diversas empresas em avanços tecnológicos para dar entrada no metaverso. E tudo indica que as relações de consumo serão priorizadas por lá, posto que ele funcionará como um grande acelerador de inovações e tecnologia. Dessa forma, o mercado espera um crescimento de ecossistemas digitais 3D e imersivos, bem como o aparelho necessário para isso. Segundo a Euromonitor, as vendas globais de headsets AR/VR obtiveram um crescimento de 56% desde 2017 até agora. Só em 2017, o setor angariou US$ 2,6 bilhões. Um novo olhar para produtos usados Tanto por uma questão financeira quanto sustentável — a ver pela alta no interesse da construção de uma economia circular —, os produtos de segunda mão devem ganhar destaque nesse ano mundo afora. As plataformas que garantem essa venda e compra de produtos usados já mostraram um forte crescimento nos dois anos iniciais da pandemia e seguem fortes em 2022. Esse crescimento também reflete uma avaliação do próprio consumidor em manter ou revender produtos parados em casa. Destaque para o campo Com o conceito de anywhere office, há uma tendência de voltar a viver mais afastado da cidade. A pesquisa mostra que os consumidores têm preferido lugares mais seguros, maiores, limpos e com maior contato com a natureza — conceitos mais difíceis dentro das cidades. Foco no amor-próprio Da mesma forma que há um investimento maior em itens e serviços que priorizem a saúde mental, as pessoas também buscam hábitos que as valorizem, uma forma de exercitar o amor-próprio. É tempo de abandonar a depreciação e valorizar o ser humano como íntegro. Para a Euromonitor, autenticidade, aceitação e inclusão serão conceitos prioritários para os consumidores e haverá um intrínseco investimento em um estilo de vida mais leve. O paradoxo da socialização É verdade que muitas pessoas enfrentaram problemas de socialização durante a pandemia. Agora, dois anos após um longo período de isolamento, os consumidores reaprenderem a sociabilizar. A Euromonitor acrescenta que 76% dos consumidores globais tem tomado mais cuidado ao sair de casa e esse tende a ser um hábito duradouro. Este conteúdo foi produzido por Luiza Vilela, para o portal Consumidor Moderno.  

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ACISA Podcast – Diversidade Essencial no Empreendedorismo

Ouça também em: Diversidade como pilar para grandes resultados Todo empreendedor, seja ele micro ou grande quer sempre atingir melhores resultados no seu negócio e para isso, é necessário que esse empreendedor consiga oferecer aos seus clientes um universo de oportunidades e diversidade que de forma efetiva resolvam suas dificuldades. Mas, para que hajam ideias diferentes dentro do ambiente corporativo, é necessário que existam pessoas diferentes. A partir disso, temos o conceito de Diversidade que é tudo aquilo que representa uma pluralidade, ou seja, não é homogêneo. E, por que tal conceito é importante dentro do ambiente empresarial? Segundo dados, esta é a meta de 97% das empresas brasileiras. Quais os Benefícios de um time Diverso? Estudos comprovam que empresas que fomentam a diversidade em seu ambiente corporativo possuem colaboradores 17% mais dispostos e a ocorrência de conflitos chega a ser até 50% menor. Afinal, na medida em que uma instituição valoriza as diferenças, seus colaboradores se sentem mais à vontade para cooperação, se sentem mais acolhidos para aprender e compartilhar experiências. Além disso, empresas que fomentam a diversidade abre as portas para inovações. Segundo dados do mercado de trabalho, empresas mais diversas registram o dobro de patentes do que empresas onde a diversidade não é uma prática recorrente. Para mais, a diversidade é um tema que mais de 85% dos profissionais valorizam. Pois, é um tema diretamente ligado a relações de equidade, oportunidade e bem-estar. Atualmente no mercado, é possível perceber que a diversidade só traz benefícios para as empresas, benefícios que não ficam somente do ponto de vista cultural como os citados anteriormente, mas também, financeiro. Empresas onde a diversidade é prioridade alcançam resultados até 21% maiores do que empresas onde o tema não é prioridade, segundo dados da Mckinsey. Logo, a partir disso, é possível perceber que a diversidade é um pilar não só fundamental mas também estratégico que deve estar dentro de todos os negócios. Mas, como implementá-la? Veja a seguir três maneiras de começar: Envolver a sua equipe, sensibilizá-la e mostrar que a diversidade tem que ser uma prioridade. Enxergar nossos vieses inconscientes e tomarmos atitudes para efetivamente mudar o mindset; Adaptabilidade: Valorizar talentos além de hard-skills, como olhar não para um inglês fluente mas para inteligência emocional por exemplo. Adaptar o ambiente para entender as necessidades individuais de cada colaborador; Comece por você! Você segue pessoas diversas? Mudanças coletivas começam em ações individuais, para assim amplia-las ao coletivo. Este conteúdo foi realizado em parceria com a UFABC Junior.

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ACISA Podcast – Líderes pelo Exemplo

Ouça também em: Por trás de toda empresa, há profissionais que precisam ser motivados, capacitados e orientados pelos seus líderes. Entretanto, muitas vezes vemos os “líderes” exigirem, por exemplo, que os seus funcionários não cheguem atrasados, mas esses são os que não cumprem horários. É muito comum vermos o ditado “faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço” em prática nas empresas. Já que os líderes exigem coisas que nem eles mesmo fazem. Esses líderes dificilmente conseguem motivar e inspirar suas equipe, já que não seguem as regras e valores da empresa na prática, tornando seus discursos incongruentes com suas atitudes. Assim como o filho imita o pai, o funcionário também tende a seguir os passos de seus líderes, proporcionalmente ao quanto os admiram, se um líder não serve de exemplo, seu funcionário, possivelmente, também seguirá a mesma linha. Portanto, um verdadeiro líder é aquele que pratica o que fala e é o primeiro a dar exemplo. Mas como de fato ser um Líder por Exemplo? Continue lendo e receba 4 dicas fundamentais para ser um ótimo exemplo. 1) Esteja presente no dia a dia da equipe: Em muitos casos os “líderes” se comunicam pouco com sua equipe e acham que está tudo bem, mas não está! Um líder deve fazer parte da equipe. A melhor maneira de estar próximo ao seu time é participando, colaborando e demonstrando entusiasmo com os objetivos da equipe. Tudo isso contribui para uma clima organizacional mais saudável, já que o líder demonstra estímulo e visão perante a equipe, se posicionando como de fato um integrante dela. Bons líderes têm empatia, e estando presente os líderes conseguem entender cada vez melhor as necessidades de seus liderados. 2) Ouça a equipe: Muitas vezes, por conta do foco nas metas da empresa, o líder orienta e fala muito, mas acaba esquecendo de ouvir sua equipe e as pessoas a sua volta. Um sinal de boa liderança é saber que você não sabe de tudo e que assim como você ajuda sua equipe, também deve ser ajudado. É fundamental receber com constância feedbacks, a fim de entender o que você está acertado e o que está errando. Então, sempre peça e ouça feedbacks da sua equipe. Saiba ouvir e compreenda o que precisa ser mudado em suas atitudes e pensamentos. Você deve traçar planos de ação em cima desses feedback para que constantemente você melhore! 3) Seja claro na comunicação: Busque se comunicar claramente e consistente. Também em falar de maneira entendível para quem está te ouvindo. Sempre pergunte se as pessoas estão te entendendo, para que as pessoas tirem suas dúvidas e fique mais claro. Ao adotar uma comunicação assertiva a equipe conseguirá entender e discutir melhor caso seja a favor do seu posicionamento ou contrário. Um líder que fala, mas que não consegue transmitir sua mensagem faz com que a equipe fique desalinhada e confusa. Ou seja, sempre certifique se sua equipe está te entendendo e está alinhada. 4) Busque aprendizado constante: Nos dias atuais em que o mundo está sempre mudando e inovando é fundamental que o líder esteja alinhado e com conhecimento sobre sua área, já que isso fará com que o líder tome decisões com mais segurança. Além disso, o líder conseguirá aperfeiçoar suas habilidades e sempre melhorar. Dicas finais para Líderes: Por fim, torna-se claro que a liderança exercida pelo exemplo é uma forma sincera e democrática de liderar. Ser uma inspiração para equipe, demonstrando confiança, engajamento, colaboração, comunicação efetiva e empatia nas suas atitudes diárias dentro da empresa. Um líder seguindo essas recomendações de trazer para sua vida os valores, princípios e atitudes ideias para a empresa, terá uma equipe alinhada e motivada pelo mesmo propósito e com maior aproveitamento de seguir as atitudes e ouvir seu líder. Este conteúdo foi realizado em parceria com a UFABC Junior.

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ACISA Podcast – Segmentação de mercado: O que é, a importância e porquê fazer

Ouça também em: A segmentação de mercado é uma ferramenta indispensável para o marketing nas empresas. Um dos benefícios gerados por tal estratégia é fazer com que seja mais simples caracterizar e atacar cada tipo de público alvo para determinado tipo de produto.  A segmentação nos ajuda a definir as características de cada fração dos consumidores. Por exemplo: gênero, faixa etária, renda, localização, escolaridade e ocupação, hábitos de consumo e uso. Fazendo a separação dos grupos que se assemelham, podemos assegurar que a estratégia de marketing seja a mais específica e objetiva possível de acordo com cada nicho. A Importância da Segmentação de Mercado A realização da segmentação de mercado é de extrema importância visto que ela organiza o mundo dos consumidores em determinados grupos, dispostos estes, de acordo com características de perfil e preferência de produto/serviço. Orienta também suas decisões e consequentemente, quais melhores frentes de enfoque nas campanhas de marketing para conquistar determinado grupo de clientes. A empresa que realiza a segmentação é capaz de atender os anseios de toda a gama do público alvo, e até promover campanhas voltadas a possíveis clientes que ainda não conhecem sua marca/produto. Faz com que aconteça a fidelização de consumidores ativos, a prospecção de novos, potencialização de aceitação do serviço/produto e aumento expressivo das vendas. Também evita perda de tempo, dinheiro e energia  de trabalho em campanhas que não agradariam ao público. Tipos de segmentação de mercado Segmentação Geográfica Esta segmentação é realizada a partir do agrupamento dos clientes de acordo com a sua localização. Pais, região que vive, estado, cidade e até bairro dependendo da situação. O perfil dos consumidores se altera dependendo da sua localidade para se adequar ao estilo de vida daquela região. As estratégias utilizadas para um morador de recife não podem ser as mesmas utilizadas para aquele que mora no maranhão, pois os dois tem realidades e dificuldades diferentes. Segmentação Demográfica Este tipo de segmentação é um dos mais utilizados no meio da segmentação de mercado. O consumo de cada cliente é muito diferente levando em consideração os dados que se analisa, como: renda, idade, estado civil, religião, nacionalidade, dentre outros. Segmentação Comportamental Esta segmentação leva em consideração os gostos, opiniões, indicações, conhecimento ou falta dele, sobre a marca ou produto oferecido. Se o consumidor conhecer sobre os benefícios do produto, se já fiel ou é um novo cliente, “os gostos” contribuirão para que a estratégia de marketing seja mais assertiva. Segmentação Psicográfica Esta segmentação analisa pontos como a personalidade, o estilo de vida, opiniões/atitude, dentre outros aspectos. Mesmo parecendo ponto de viés subjetivo é possível quantificá-los através dessa forma de segmentação. De acordo com o tipo de personalidade de um grupo, as técnicas de persuasão e o tipo de apelo serão diferentes. Por que realizar a segmentação de mercado Citaremos alguns dos porquês da aplicação desta metodologia: Ajuda a empresa a entrar ou permanecer no mercado de maneira focada. Faz com que as empresas possam encontrar a necessidade de cada grupo de clientes. Aumenta a probabilidade de assertividade nas campanhas de marketing. Aumenta o Market share Ajusta produto/serviço e canal de distribuição, visto que, a empresa pode reestruturar e alterar seus trabalhos de acordo com as demandas. Reduz gastos. CONCLUSÃO Vimos como a segmentação de mercado é importante para a satisfação e fidelização dos clientes. Assim como para a prospecção de novos consumidores, além de ajudar a traçar estratégias e aplicar campanhas de marketing cada vez mais assertivas. Por seus inúmeros benefícios tornou-se atualmente ferramenta essencial tanto para empresas que estão se posicionando no mercado quanto para aquelas que já estão bem consolidadas. Este conteúdo foi realizado em parceria com a UFABC Junior. Bons negócios e até o próximo episódio!!

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