Author name: Comunicação e Marketing ACISA

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ACISA Podcast – Constância de Resultados a partir da Cultura de Inovação

Ouça também em: A inovação, como hoje é conhecida, é responsável por proporcionar diversos diferenciais frente ao mercado, com isso, a Cultura de Inovação torna-se mais presente. O termo inovação surgiu em meados da década de 30 num contexto industrial, mas, na verdade, é uma atividade praticada há muitos séculos, em que, pessoas pensavam em maneiras diferentes de se relacionar com o ecossistema. Através da criação de novas teorias científicas quepuderam agregar valor à humanidade. Assim, pode-se afirmar que, embora interpretada e influenciada por contextos históricos, a cultura inovação é uma forma de realizar atividades de uma forma diferente, que acabe Gerando Resultados, que vão desde à redução de custos até mesmo a maior conexão entre pessoas. 1. Como inovar em sua empresa? O uso de metodologias ágeis, combinado com ferramentas e práticas de inovação, como funil de inovações, é uma etapa muito importante para o início da atividade de inovação. Além disso, garantir a existência de um ambiente de criatividade é essencial para que novas ideias sempre estejam sendo estimuladas. 2. Inovação contemporânea A inovação passou a ser estimulada em diversas realidades empresariais. No entanto, manter esta atividade num ritmo constante e, portanto, garantir que esta sempre ocorra, se mostra cada vez mais um desafio, dadas altas volatilidade e incerteza em características mundiais, alinhadas com a noção de mundo VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade). Assim, as soluções do passado já não garantem mais sucesso no futuro. É preciso que o fluxo de novas ideias sempre esteja sendo estimulado, existindo, assim, maiores opções de resposta a cenários completamente adversos. Para que a inovação se torne parte de um processo dentro de sua empresa, é necessário estimular em funcionários: Pensamento Crítico: Para que haja o entendimento sobre as mudanças que acontecem no mundo, e a partir disso, executar com maior profundidade e previsibilidade; Contato com tecnologias e ferramentas inovadoras, bem como conexão entre membros: Para que consigam apresentar conhecimento relacionado às estratégias de inovação e alto compartilhamento de boas práticas que ocorrem em outras áreas, respectivamente. Assim, haverá maior preparo para a tomada de decisões e incentivo à troca de informações. Cultura de inovação: Uma das mais importantes características, apresentar uma cultura de inovação significa a consolidação de uma ideia ou característica orientada para o viés da inovação. Ao trazer este grau de maturidade para a empresa, os membros desta estarão acostumados e incentivados a ter momentos de reflexão para soluções inteligentes e terão maior constância na apresentação de resultados voltados à causa. Terão, assim, liberdade para trazerem novas propostas, tecnologias ou processos. Porém, proporcionar tal ambiente não é uma tarefa considerada trivial.Para que isso ocorra, veja alguns conceitos necessários: Definir metas claras para a inovação: Garantir que todos entendam o que é inovação e consigam metrifica-la através de metas é de suma importância para que exista engajamento na equipe e definição de ações para o atingimento de determinados objetivos ligados à inovação; Entendimento que a inovação envolve lideranças, mas depende de todos da organização: Apesar das lideranças terem um papel muito importante em serem exemplos para outros membros, é de suma relevância que todos osfuncionários estejam alinhados e comprometidos com a inovação, já que esta depende da colaboração coletiva para seu sucesso; Mapeamento de oportunidades internas e externas: Realizar análises coletivas internas da empresa pode ser muito vantajoso para a elaboração de planos de ação a partir de diferentes perspectivas. A observação de cenários externos também é de extrema relevância para a definição de estratégias com base no mercado. A prática de Benchmarking’s — trocas de informação entre empresas —pode ser muito estratégica para que se tenha tal análise. Entendimento que inovação não precisa ser disruptiva: Ao contrário do senso comum, uma inovação pode ser constituída também por apenas uma mudança pontual, como uma nova ferramenta de acompanhamento de membros. Incentivo para membros inovarem: A proposta de momento de “sugestão de melhorias” em reuniões sempre é muito válida. Pois pode ser um momento em que o membro se sinta à vontade para se expressar com relação a suas percepções. Outro ponto de incentivo à inovação é a existência de reconhecimento para membros individuais e equipes que inovaram em seus processos; Resumindo: Para que haja a consolidação de todas as características associadas à inovação como um processo duradouro, deve ser considerado um último aspecto, sendo este, relacionado com o erro durante as tentativas de inovação. Durante o processo de inovação, deve-se ter consciência de que o erro faz parte disso e que, provavelmente, os poucos acertos vão superar os erros em questões de impacto em atividades e resultados. Para a existência desta metodologia, veja a seguir algumas características esperadas: A liderança deve enxergar o erro como um processo, sem criticar ou punir por errar; A cada erro, deve ser analisado o motivo deste antes de ir para outra solução; Não culpar diretamente nenhum membro; Realizar uma lista com todos os aprendizados; Pivotar: Significa a mudança de estratégia logo após a percepção de que os rumos do processo de inovação não estão na direção mais adequada. Este foi mais um conteúdo realizado em parceria com a UFABC Junior.

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Apadrinhe uma criança

A ACISA Solidária divulga a campanha da Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues. Dê esperança a quem precisa, apadrinhe uma criança! Ao apadrinhar você: ❤️ Contribui com R$ 51,90/mês (por um ano), menos de R$ 2,00 por dia. ❤️ Recebe vídeo/foto da criança apadrinhada (periodicamente) para acompanhar o desenvolvimento dela. ❤️ Ajuda a manter os projetos de Educação e Alimentação da criança neste período de pandemia. Clique abaixo, escolha o rostinho da criança e Apadrinhe! 👉🏽 https://ameliarodrigues.org.br/apadrinhe

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ACISA Podcast – O que é Gestão de Desempenho

Ouça também em: Na rotina de muitas empresas, há uma confusão entre o que realmente é a Gestão de Desempenho. É comum que RHs e colaboradores entendam a gestão de desempenho basicamente como uma avaliação de resultados e competências de cada um. Entretanto, esse é apenas um dos processos de uma boa gestão de desempenho. Quando falamos de gestão de desempenho, uma das maiores referências que existem na área é o pesquisador e autor Herman Aguinis. Ele define o termo como “o processo contínuo de identificação, mensuração e desenvolvimento do desempenho de indivíduos e times, e o alinhamento desse desempenho com os objetivos estratégicos da organização”. Analisando a definição de Aguinis é possível aprofundar-se ainda mais na importância da gestão de desempenho. Sua necessidade nasce dos objetivos estratégicos da organização. Todas as empresas possuem metas e propósitos, e para alcançá-los é preciso alinhar o que as pessoas precisam fazer e quais comportamentos elas devem ter, como indivíduos e como grupo. A gestão de desempenho é uma forma de mensurar e desenvolver todos esses pontos. Podemos entender essa gestão como um ciclo, dividido em três macroetapas. A primeira delas é a da mensuração. É aqui que entra a avaliação de desempenho, a fase onde os gaps e pontos de melhora são mapeados. A segunda, a resolução dos problemas encontrados. É importante nesta fase entender que o problema pode ser desde algo processual até comportamental. E, por fim, o desenvolvimento das pessoas, times e da empresa como um todo. É um ciclo que sempre vai se repetindo nas organizações. PRA QUE SERVE A GESTÃO DE DESEMPENHO? No passado, o único objetivo de desempenho da maior parte das empresas era o lucro adquirido aos proprietários. Com o passar do tempo, percebeu-se que isso não é o suficiente para garantir que a empresa está preparada para continuar gerando lucro no futuro. Hoje existem outros fatores de sustentabilidade para uma organização, destacaremos 4: Balance Scorecard, BSC, tendo quatro pilares de dimensões de desempenho: Financeira, olhando para crescimento, lucratividade, saúde e geração de caixa; Clientes, com market-share, satisfação, branding e todas percepções do cliente sobre a empresa; Processos Internos, com a capacidade de inovação da empresa, aspectos operacionais e serviços; Aprendizado e Crescimento, entrando a satisfação dos colaboradores, capacitação e treinamento do time e capacidade dos funcionários. Cada um dos quatro pilares são importantes para ditar o sucesso de uma empresa. E, mais do que isso, eles estão conectados entre si. E, como pode-se observar, a gestão de desempenho alinha-se diretamente com o pilar de Aprendizado e Crescimento. Em um cenário onde não é somente o lucro que importa, a gestão mostra-se essencial. A empresa conduzir um bom processo de gestão de desempenho é muito importante para que os colaboradores consigam identificar os pontos que podem e precisam desenvolver, algo essencial para aumentar o engajamento e motivação de cada um com a empresa, e, consequentemente, alavancar os resultados e eficiência da mesma. DIMENSÕES DA GESTÃO DE DESEMPENHO É muito comum dividir a gestão de desempenho em dois pilares: resultados e comportamentos. Os resultados são basicamente o que vem sendo produzido e entregue pelo colaborador. E os comportamentos, a forma como essa entrega foi realizada. Ressalta-se mais uma vez aqui que os resultados não são mais o único pilar dentro das empresas. Não se pode priorizá-lo sem ressalvas. Não estar atento ao clima organizacional, à saúde mental e à experiência dos colaboradores podem causar grandes prejuízos a longo prazo, mesmo que isso seja invisível em um primeiro momento. DESENVOLVIMENTO DE DESEMPENHO Como abordado anteriormente, a gestão de desempenho é um ciclo que não está restrito somente à avaliação de desempenho, mas também traz o desenvolvimento deste. É essencial trabalhar com os inputs recebidos pela avaliação para que o ciclo se complete. A palavra desenvolvimento, no contexto da gestão de desempenho, não tem um significado único. É um termo de certa forma complexo, mas é preciso ter isso claro na hora de mensurar a evolução dos colaboradores da empresa. Nem todos vão apresentar esse desenvolvimento de forma semelhante. Uma das formas de se entender o desenvolvimento é a partir do aumento na capacidade dos indivíduos de gerar resultados, ou de contribuir para os resultados de um grupo. Isto está diretamente relacionado ao aumento da produtividade do colaborador. Quanto de resultado a mais ele pode entregar com a mesma carga horária. Outra forma de entender o desenvolvimento é através do aumento do escopo de responsabilidades do colaborador. Isto pode ser entendido como a realização de atividades de maior impacto dentro da organização. Muitas vezes isto é entendido como algo relacionado ao cargo e função ocupado pelo colaborador, mas é possível que esse desenvolvimento ocorra dentro de uma mesma função. Por fim, pode-se, também, entender desenvolvimento como a melhoria na qualidade das entregas realizadas e também entende-se como o aumento da eficiência do colaborador no seu trabalho. É muito importante ter a clareza dessas três visões em mente. E ao estruturar um modelo de gestão de desempenho para empresa, ele precisa responder como desenvolver o colaborador dentro desses tópicos. Eles são os pilares que vão conduzir toda estruturação e aplicação da gestão de desempenho dentro da empresa. CONTEXTO DA GESTÃO DE DESEMPENHO Para boa prática de uma gestão de desempenho existem mais alguns pontos importantes que merecem ser abordados. Um desafio comum dentro do mercado é como realizar uma gestão de desempenho da maneira mais justa e imparcial possível. As maiores dificuldades relacionadas a isso estão no fato de que pessoas diferentes costumam ter padrões de avaliações diferentes. É essencial ter um alinhamento e transparência com todos os envolvidos na avaliação e gestão de desempenho para minimizar os desvios que possam ocorrer. Além disso, de forma geral no mercado, os colaboradores ainda não estão completamente satisfeitos com a forma em que ocorre a gestão de desempenho dentro das empresas. As consequência disso podem ser bem negativas, uma vez que uma boa gestão de desempenho está diretamente ligada ao atingimento de metas das empresas. Como pode-se perceber uma boa gestão de desempenho é essencial para empresas que buscam desenvolver seus colaboradores e, assim, alcançar maiores resultados.

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Você tem dívidas com a União?

Quem possui dívidas com a União tem até 31 de agosto para aderir ao novo acordo de renegociação especial, o qual envolve tanto dívidas aduaneiras e tributárias, em cobrança pela Receita Federal, quanto débitos inscritos em dívida ativa, cobrados pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O acordo é válido para contribuintes que tenham processos em julgamento por descumprimento da Lei 10.101, de 19 de dezembro de 2000, que tratem sobre a incidência de contribuições previdenciárias e destinadas a outras entidades e fundos incidentes sobre a participação nos lucros e resultados (PLR), esse último, foco principal do edital. Pelo edital, são três as modalidades de pagamento, de acordo com a opção do contribuinte: Pagamento de entrada no valor de 5% do valor total, sem reduções, em até cinco parcelas, sendo o restante parcelado em sete meses, com redução de 50% do valor do montante principal, multa, juros e demais encargos; Pagamento de entrada no valor de 5% do valor total, sem reduções, em até cinco parcelas, sendo o restante parcelado em 31 meses, com redução de 40% do valor do montante principal, multa, juros e demais encargos; Pagamento de entrada no valor de 5% do valor total, sem reduções, em até cinco parcelas, sendo o restante parcelado em 55 meses, com redução de 30% do valor do montante principal, multa, juros e demais encargos. Em qualquer das modalidades, o valor mínimo da parcela será de R$ 100 para pessoas físicas e R$ 500 para pessoas jurídicas.

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ACISA Podcast – Como estabelecer a cultura de comunicação na sua Empresa

Ouça também em: Por que estabelecer métodos de comunicação dentro de uma empresa? A comunicação dentro de uma empresa é uma forma de ganho mútuo, tanto para o membro quanto para a empresa. Uma cultura de comunicação forte, clara e constante gera vínculos, senso de time e pertencimento e maior motivação dos membros, aumentando significativamente as chances de melhores resultados corporativos. É importante entender que a interação e relação interpessoal é imprescindível para o desenvolvimento do ser humano. Ambientes fechados a isso, nos quais nem todos sentem-se confortáveis em sugerir novas ideias, expressar opiniões e sentimentos afetam não apenas os membros quanto a empresa também. Otimizando a Comunicação Para desenvolver ou otimizar o processo de comunicação dentro da empresa, é necessário não apenas criar um canal propício a isso, mas também de suma importância é ser exemplo! Uma boa maneira de iniciar esse movimento é criar a motivação dos colaboradores através do entendimento de quais são suas expectativas, necessidades ou problemas diante da nova ideia da criação de um momento voltado exclusivamente para conversas e aberturas de sentimentos pessoais ou profissionais, e como elas lidam com isso. Como estabelecer uma cultura de comunicação dentro do ambiente corporativo? • Seja o exemplo: Um líder, muito mais do que delegar ou administrar dentro do ambiente corporativo, deve ser um símbolo de confiança e empatia para com os membros dentro da empresa. A demonstração de empatia é saber que os outros passam e convivem em situações diferentes, é entender as divergências. Quando a empatia é reconhecida, as pessoas sentem-se acolhidas e compreendidas, e o desenvolvimento desses sentimentos genuínos resulta em empatia mútua e confiança. • Feedbacks: O termo feedback muitas vezes assusta e é algo que causa pânico por ser associado com chamadas de atenção ou conversas tensas do tipo. É preciso desmistificar essa ideia e entender que incluir a cultura de feedback pode trazer muitos resultados positivos para dentro da empresa. O feedback serve não apenas para notificar erros – junto com suas possíveis soluções – mas também para observar pontos de melhorias que foram notados, apontar pontos fortes dos membros que podem ser desenvolvidos, reconhecer desempenhos e soluções, parabenizar atitudes e ideias. A cultura de feedback aplicada corretamente no ambiente empresarial traz além de ânimos, motivações e reconhecimento. Também possibilita que o membro exponha suas dificuldades ou sentimentos, que é um grande passo dentro do desenvolvimento da cultura de comunicação, uma vez que se torna possível essa conversa mútua e entendimento da situação e necessidades não apenas do membro, mas da empresa também. • Construção Mútua: desenvolver momentos de construção que gere resultados para dentro da empresa pode ser uma grande oportunidade de estabelecer um meio comunicativo dentro da empresa. Isto é, organizar e separar um momento de conversa com todos os membros, para conversarem sobre os resultados, o que sentem diante dos desafios, para expor ideias inovadoras que podem agregar à empresa, para propor melhorias específicas ou gerais. Desenvolver esse momento de troca sem julgamentos e com liberdade, gera um desenvolvimento intenso de senso de time e pertencimento, além de ser um ambiente propício à criatividade, já que os membros se sentirão à vontade e libertos, o que pode resultar em avanços significativos dentro da empresa. Resumindo Estabelecer um meio de comunicação clara, sem restrições e julgamentos, faz-se no cenário atual e moderno, necessário dentro do ambiente corporativo. Entender que todos fazem parte de um time, que são peças fundamentais do quebra cabeça imenso que é uma empresa, é saber que existem seres humanos que sentem medo, dificuldades, animações e dependem de um ambiente em prol deles, isto é, favorável emocionalmente e produtivamente, para que seus resultados sejam cada vez mais maximizados. Este foi mais um conteúdo realizado em parceria com a UFABC Junior.

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Campanha do Agasalho

Aqueça o inverno de quem mais precisa! Comprometida com a responsabilidade social e preocupada com as pessoas que vivem em vulnerabilidade social, a ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André, por meio do programa ACISA Solidária, acaba de lançar a Campanha do Agasalho 2021. Com apoio da FEASA – Federação das Entidades Assistenciais de Santo André, Fundo Social de Solidariedade da cidade, a ação acontecerá no período de 7 de junho a 9 de julho e arrecadará agasalhos e cobertores em bom estado de conservação. Os interessados em colaborar com a causa poderá fazer a sua doação nos postos de arrecadação abaixo, ou entrar em contato pelo WhatsApp Solidário (11) 2199.1640. Postos de arrecadação ACISA Avenida XV de Novembro, 442 – Centro – Santo André Grand Plaza Shopping Av. Industrial, 600 – Centro, Santo André Shopping Atrium Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon, Santo André Copafer Loja 1: Av. dos Estados, 4555 – Santa Teresinha, Santo AndréLoja 2: Av. Comendador Wolthers, 142 – Capuava – MauáLoja 3: Av. dos Estados, 8393 – Parque Jaçatuba, Santo André Sicredi Av. Gilda, 70 – Vila Gilda – Santo André Tent Beach Loja 1: Av. Ramiro Colleoni, 255 – Centro, Santo AndréLoja 2: R. Sen. Fláquer, 185 – Centro, Santo André A.R.S ParafusosAv. Queirós dos Santos, 690 – Centro, Santo André NivalmixLoja 1: R. Cel. Oliveira Lima, 355 – Centro, Santo AndréLoja 2: Av. Antônio Piranga, 184 – Centro, DiademaLoja 3: R. Mal. Deodoro, 1010 – Centro, São Bernardo do Campo Empório FigueirasR. das Figueiras, 958 – Jardim, Santo André Mercadão do ÓculosR. Dona Elisa Fláquer, 239 – Centro, Santo André TumkusLoja 1: Rua Oratório, 4906 – Parque das Nações, Santo AndréLoja 2: Av. Pereira Barreto, 2355 – Paraíso, Santo AndréLoja 3: Rua Giovanni Battista Pirelli, 1525 – Vila Homero Thon, Santo AndréLoja 4: Av. do Oratório, 3330 – Jardim Guairaca, São Paulo Auge MóveisAlameda Vieira de Carvalho, 89 – Santa Teresinha, Santo André Gobatti PrediolarAv. Utinga, 17 – Santa Terezinha – Santo André – SP Lilly ModasAlameda Vieira de Carvalho, 261 – Santa Teresinha, Santo André Auto Peças Gisela Rua Oratório, 3902 – Parque Novo Oratório, Santo André Clube Primeiro de MaioAv. Portugal, 79 – Centro, Santo André Shoppinho 1º de MaioR. Álvares de Azevedo, 99 – Centro, Santo André Dental PlusMatriz: R. Dr. Cesário Mota, 135 – Centro, Santo AndréClínica 1: R. Campos Sales, 694 – Centro – Santo AndréClínica 2: R. Campos Sales, 588 – Centro – Santo AndréClínica 3: Rua Luís Pinto Flaquer, 441 -Sala 11 – Centro – Santo AndréClínica 4: Rua Coronel Alfredo Flaquer, 286 – Centro – Santo André

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ACISA Podcast – Gestão da Qualidade e Suas Ferramentas

Ouça também em: Gestão da Qualidade e Suas Ferramentas O QUE É GESTÃO DA QUALIDADE? Atualmente a gestão da qualidade é uma ferramenta de estratégia bastante utilizada nas empresas, já que há um grande processo de globalização que causa competição entre as organizações, assim ocorre a busca de melhoria entre os negócios. O termo qualidade anteriormente estava apenas vinculado aos conceitos técnicos da produção, posteriormente essa visão já se abrange para satisfação dos clientes, sendo eles o componente central e principal de todo processo organizacional. Dentro desta teoria, durante os últimos anos, as empresas de todo mundo passaram a introduzir, de modo evidenciado, os sistemas participativos de gestão com o eixo principal de aumentar a produtividade e apoiar os programas de qualidade. Consumidores nos Dias de Hoje Hoje, os consumidores exigem bastante da qualidade e segurança como os produtos ou serviços que utilizam. Sendo assim, as empresas estão decididas em possuir excelentes matérias primas e profissionais especializados para produzir serviços e produtos, com a mais alta qualidade, assim atendendo melhor a necessidade de seu cliente. Quando a empresa tem melhoria constante da qualidade, se torna indispensável a manutenção dos padrões de desempenho para que estejam apropriados ao cliente. Para muitos estudiosos e especialistas, a gestão da qualidade é um processo sem fim e que envolve diversas frentes. Sendo algumas delas: serviço, trabalho, informações, processos, sistemas, pessoas em geral entre outros. Também é relevante e indispensável possuir conhecimento do tipo de cliente que consumirá o seu produto ou serviço. Por meio dessa informação, poderá ser definido o tipo de estratégia que a empresa usará para suprir as carências do seu cliente. Ferramentas da Qualidade Quando se fala de ferramentas da qualidade, não podemos deixar de comentar sobre a técnica PDCA (Plan, Do, Check, Act), que a tradução em português é: Planejar, Fazer, Verificar, Agir (PFVA). Esse é um método primordial para o funcionamento das ferramentas e também para promover melhoria contínua. Como utilizar a técnica PDCA? De início, usa-se o planejar, que equivale a determinar os objetivos e metas; na sequência é o fazer, medir o funcionamento real; O próximo é o verificar, onde é feito o balanço entre os objetivos e funcionamento, e indicar a diferença entre eles; última etapa é o agir, que é executar tudo e melhorar, com o mínimo desperdício possível. Quais são as utilidades das ferramentas de Gestão da Qualidade? As ferramentas da qualidade têm como  objetivo de esclarecer, calcular, analisar e ter soluções para problemas que podem ser possivelmente encontrados e impossibilitar o desempenho dos processos de produtos ou serviços. Pode-se dizer que uma das maiores utilidades e aplicações das ferramentas é o planejamento estratégico da qualidade. Destacaremos aqui 7 ferramentas da qualidade: FluxogramaRepresentação gráfica de um processo ou rotina de trabalho, feito de figuras geométricas para demonstrar a transição de informações. Tem como finalidade mostrar o passo a passo para a realização de um trabalho, melhorar a compreensão deste processo, criar normas de padrão. HistogramaFerramenta que possibilita conhecer características de um processo ou lote de um produto, permitindo uma visão geral da variação de um conjunto de dados.  BrainstormingMuito utilizado para resolver problemas específicos, testar e explorar a capacidade criativa de indivíduos ou grupos; a fim de gerar ideias inovadoras que levem a um determinado projeto adiante. Folha de Verificação – ChecklistFormulários planejados nos quais os dados coletados são preenchidos de forma fácil e clara. Registram os dados dos itens a serem verificados, permitindo uma rápida compreensão da realidade e uma imediata interpretação da situação, ajudando a diminuir erros e confusões. Diagrama de ParetoDiagrama de Pareto é uma técnica estatística que auxilia na tomada de decisão, permitindo à empresa selecionar prioridades quando há um grande número de problemas. Com isso, é representado por barras dispostas em ordem decrescente, com a causa principal vista do lado esquerdo do diagrama, e as causas menores mostradas ao lado direito. Cada barra representa uma causa e relevância da mesma em relação às causas totais. Diagrama de Causa e EfeitoO Diagrama de Ishikawa, também conhecido como espinha de peixe, é uma ferramenta utilizada para análise de dispersão no processo. Esta ferramenta foi desenvolvida por Kaoru Ishikawa através de uma ideia básica, fazer com que as pessoas pensassem sobre causas e razões possíveis que fazem com que um problema ocorra. Após priorizar a causa do problema através do Diagrama de Pareto, apresenta-se um Diagrama de Causa e Efeito do mesmo, este auxilia na visualização dos itens que precisam ser verificados e modificados ou mesmos acrescentados. Ao final deste processo faz-se novamente um diagrama de Pareto das causas principais, determinando assim a causa que mais contribui para o efeito do problema. Diagrama de DispersãoDiagrama de Dispersão são gráficos que permitem identificar causas e efeitos, e avaliar o relacionamento entre variáveis. Muito utilizado após o Diagrama de causa e Efeito, para verificar se há uma possível relação entre causas, e qual sua intensidade. Concluindo Essas ferramentas formam uma parte do grupo de técnicas estratégicas elementares, e todo o processo deve ser passado a todos os integrantes da empresa, desde o presidente aos colaboradores, sendo assim, é necessário um treinamento básico, para demonstrações e aprendizados das utilidades das ferramentas, para um bom desenvolvimento da organização. Este foi mais um conteúdo realizado em parceria com a UFABC Junior.

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ACISA Podcast – Como ter um Bom Controle Financeiro

Ouça também em: A importância do Controle Financeiro: O lucro e os gastos são duas das coisas mais importantes para se avaliar em uma empresa, tanto para procurar onde cortar os gastos como também para compreender o processo de geração de lucro para criação de um novo negócio. Entretanto, no dia a dia das corporações acaba sendo complexo o acompanhamento de todas as transações. Para sua empresa se destacar frente a concorrência e manter uma boa saúde financeira é de extrema importância que haja um bom controle financeiro e que os gestores consigam visualizar facilmente quanto é gerado de lucro e para onde vão os gastos da companhia. Nesse sentido, os demonstrativos financeiros são instrumentos utilizados para facilitar o controle das finanças e auxiliar na visualização de como funcionam as operações das empresas. Dentre os demonstrativos podemos separar os três principais: o Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE), o Balanço Patrimonial (BP) e o Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC). DRE – Demonstrativo do Resultado do Exercício O DRE tende a ser o documento que apresenta maior relevância pois evidencia como a receita gerada pela empresa se transforma em lucro. Esse demonstrativo é estruturado a partir do regime de competência. Dessa forma as receitas são computadas no período de exercício que se efetuou a venda, e não necessariamente quando houve entrada de capital no caixa. Vale destacar também a diferença entre gastos, custos e despesas. Gastos são todas as subtrações que ocorrem no caixa da empresa, enquanto custos se referem a linha produtiva, ou seja, a gastos relacionados com a produção ou confecção do produto. Finalmente, as despesas representam então os gastos que não são referentes diretamente à linha de produção, como despesas com campanhas de marketing e o pagamento de funcionários. Existem ainda duas terminologias usadas para estudar o DRE: “Top Line” e “Bottom Line”. Uma visão do “Top Line”: Geralmente é usado para se referir às primeiras linhas do demonstrativo, ou seja, quanto a empresa está conseguindo arrecadar de dinheiro. Normalmente uma análise do “Top Line” contempla a receita e até o lucro bruto e é muito usada para análise de empresas que estão em crescimento. Uma visão do “Bottom Line”: Contempla principalmente o Lucro Líquido. Essa lente de análise é mais comumente aplicada para analisar empresas já estruturadas em que o foco é manter ou aumentar o seu lucro. Entretanto, nenhuma das duas regiões do DRE são excludentes, é sempre necessário compreender de maneira holística a empresa e seus resultados. Com a leitura desse demonstrativo é possível constatar quanto a empresa gerou de lucro diante dos produtos ou serviços vendidos em determinado período de tempo – desconsiderando o tempo para essa receita entrar no caixa – além de constatar como os gastos impactam na receita. Todos esses dados permitem ainda criar indicadores importantes para um gestor. BP – Balanço Patrimonial O Balanço patrimonial, pode ser comparada a uma foto. Traz um panorama geral de tudo o que a empresa possui no último dia do exercício. É basicamente estruturado em três grandes divisões: Ativos, Passivos e Patrimônio Líquido. Ativos: São todos os bens e direitos que a companhia possui, como caixa e contas a receber, por exemplo. Dentro ainda do ativo é possível separar os ativos quanto a sua liquidez, ou seja, quanto a sua capacidade em se transformar em dinheiro. Existem os ativos circulantes, têm a possibilidade de se transformar em capital no período menor do que um ano, e existem os ativos não circulantes, com menor liquidez e uma possibilidade de se transformar em capital no período maior de um ano. Passivos: são obrigações e deveres contra terceiros, como contas a pagar para fornecedores e dívidas, por exemplo. De maneira semelhante ao ativo, existem ainda o passivo circulante e o passivo não circulante. Circulante se referindo a prazos de vencimento inferiores a um ano e não circulante referentes a prazos maiores de um ano. Patrimônio líquido: É a diferença entre os ativos e os passivos (Ativos – Passivos). Dentro dessa categoria ainda temos o capital social, quanto que foi aportado na empresa pelos sócios, e ainda há a reserva de lucros, quanto que foi retirado dos lucros e transformado ou não em investimentos. O Balanço patrimonial evidencia principalmente a saúde financeira da empresa, mostrando quanto que os sócios possuem e quanto há de obrigações contra terceiros. É necessário sempre manter uma boa saúde do financeiro para que as dívidas se mantenham controladas. DFC – Demonstração de Fluxo de Caixa A Demonstração de Fluxo de Caixa pode ser segmentada em três categorias: Fluxo de Caixa de Operações, Fluxo de Caixa de Investimentos e Fluxo de Caixa de Financiamentos. O Fluxo de Caixa de Operações ou FCO: Refere-se a todo dinheiro que movimenta o caixa relacionado às operações da empresa. Ou seja, dinheiro proveniente da venda de produtos e/ou serviços, assim como pelo pagamento de custos e despesas relacionados à operação. O Fluxo de Caixa de Investimentos ou FCI: Refere-se a todo dinheiro que movimenta o caixa relacionado à aquisição ou venda de ativos não circulantes como imóveis, softwares e equipamentos, por exemplo. O Fluxo de Caixa de Financiamentos ou FCF: Refere-se a todo dinheiro que movimenta o caixa relacionado a operações do financeiro como juros recebidos, caixa proveniente de emissão de ações, dividendos e amortizações de dívidas, por exemplo. Concluindo Os demonstrativos financeiros representam ferramentas de controle e gerenciamento vital para qualquer negócio e cada um apresenta sua peculiaridade e seus pontos principais. Faz se necessário que haja um bom controle de toda a operação para compreender como computar todas as informações necessárias para elaboração de todos esses documentos. Este foi mais um conteúdo realizado em parceria com a UFABC Junior.

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ACISA Podcast – Tendências do varejo

Tendências do varejo Com mediação de Paulo Cesar Ferrari, CEO do Grupo Octopus e vice-presidente de Marketing da ACISA, o evento conta com a participação dos diretores Henrique de Carvalho e Marcos Alexandre Rocco de Paula. O podcast é uma das ações da Academia de Negócios e Inovação ACISA, a qual visa levar conhecimentos e novos aprendizados aos empreendedores a fim de possam coloca-los em prática para melhorar o desempenho de seus negócios, além de propor alternativas e soluções conjuntas para superar o atual momento. Henrique de Carvalho é economista com MBA internacional em Finanças e consultor nas áreas de desenvolvimento e gestão de varejo e shopping centers. Marcos Alexandre é farmacêutico e proprietário da Pró Pharmacos Farmácia, empresa do grupo farmacêutico na área de drogaria e manipulação de fórmulas com lojas distribuídas na Grande São Paulo e interior do Estado. Ouça também em:

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Cursos Gratuitos SENAI A. Jacob Lafer” – Santo André

A ACISA com o intuito de propagar conteúdo interessante, compartilha a programação de cursos gratuitos do SENAI “A. Jacob Lafer” – Santo André: As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de chegada, enquanto houver vagas. O Aluno que faltar na primeira aula, terá a matricula automaticamente cancelada. Para as inscrições são necessários os documentos originais: CPF; RG; Comprovante de Endereço; Histórico Escolar; Aluno deverá ter 18 anos Ter concluído o Nível Fundamental Inscrição presencial Escola SENAI “A. Jacob Lafer” Av. Santo Dumont, 300 – Ipiranguinha – Santo André – Cep 09015-320 De segunda a sexta-feira das 08h às 20h Para mais informações, consulte santoandre.sp.senai.br ou no facebook SENAI Santo André.

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