Author name: Comunicação e Marketing ACISA

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O Natal de 2025 deve ser mais empolgante para quem vende e para quem ganhará presentes esse ano no ABC Paulista

A pesquisa realizada pela CIM – Centro de Inteligência de Mercado da faculdade de negócios, Strong Business School, em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Santo André (ACISA), estima que os consumidores do Grande ABC movimentem aproximadamente R$ 473 milhões em compras de presentes, representando crescimento de cerca de 5% frente ao Natal de 2024. Os questionários foram aplicados entre os dias 3 de novembro e 7 de dezembro, com 748 consumidores distribuídos pelas sete cidades da região, revelando crescimento na intenção de consumo, aumento no valor médio gasto e maior disposição para presentear familiares e amigos. O levantamento ajuda a entender o comportamento de compra no Natal, beneficiando o comércio e também o consumidor, que tende a encontrar ofertas, canais de compra e serviços mais ajustados às suas necessidades, garante o coordenador da pesquisa, Sandro Maskio, professor de economia da Strong Business School. As mulheres representam mais de 60% dos consumidores entrevistados. Entre os achados, elas pretendem pagar um preço médio 24% menor que os homens e planejam um gasto total com presentes 18% inferior ao público masculino. Em relação à renda, 41,7% dos entrevistados têm ganhos familiares entre 2 e 5 salários-mínimos, 24,8% entre 5 e 10 salários-mínimos, e 16,6% possuem renda superior a 10 salários-mínimos. Os consumidores pretendem gastar em média R$ 730 com presentes neste Natal, valor cerca de 11% maior que em 2024, já considerando a inflação acumulada. O preço médio por presente deverá ser de R$ 256, também com acréscimo nominal de cerca de 11% frente a 2024. Entre as faixas de valor, 3,5% pagarão até R$ 100, 11,6% entre R$ 100 e R$ 200, enquanto 70% comprarão itens acima de R$ 200. Já 20% dos entrevistados afirmaram que não vão presentear ninguém esse ano. As principais pessoas a serem presenteadas são mães, filhos, cônjuges, pais e irmãos, representando 60% do total de presentados na região. Os sobrinhos aparecem como o grupo com maior crescimento relativo. O número médio de presenteados será de 2,6 pessoas por família, ligeiramente inferior ao observado em 2024. Os produtos com maior probabilidade de compra neste Natal são o vestuário e os calçados 26,5%, seguidos por brinquedos 17%, perfumes e cosméticos 15%. O grupo formado por maquiagem, relógios, joias e bijuterias, além de livros e artigos esportivos, completa o conjunto de itens que deve responder por cerca de 80% dos presentes adquiridos no Natal na região. Esse ano, as compras pela internet devem ser o principal canal para compra de Natal, superando os shoppings, que eram líderes em 2024. O comércio de rua também apresentou leve crescimento na preferência. Consumidores que optam por shopping ou internet tendem a pagar preços mais elevados e a gastar mais com presentes. A pesquisa ainda revela que 52% dos consumidores comprarão no próprio município, sobretudo pela conveniência. Quem compra fora da cidade busca principalmente melhores preços ou mais opções de lojas. O cartão de crédito parcelado será a principal modalidade de pagamento, à frente do crédito à vista, de débito em seguida as pessoas devem pagar por pix. Consumidores que parcelam tendem a gastar mais com presentes. No cenário nacional, a Confederação Nacional do Comércio projeta R$ 72,71 bilhões em vendas no varejo neste Natal, 2,1% acima de 2024, o maior patamar dos últimos dez anos, reforçando o ambiente favorável para o consumo. Para o professor Sandro Maskio da Strong Business School, “A projeção nacional da CNC indica um Natal mais dinâmico para o varejo, e o ABC tende a acompanhar com bons resultados. A região tem forte cultura de consumo local, infraestrutura comercial diversificada e boa capacidade de absorver demanda. Isso beneficia não apenas o setor varejista, mas toda a cadeia de serviços e atendimento, ampliando o potencial econômico da data.”

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Pesquisa de Desempenho Econômico da Acisa aponta otimismo entre os empresários do ABC

A Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André) divulgou os resultados da Pesquisa de Desempenho Econômico referente ao terceiro trimestre deste ano, que contou com a participação de 238 empreendedores do ABC. Entre os entrevistados, 50,8% atuam no comércio, 32% no setor de serviços e 17,2% na indústria. a comparação com o mesmo período de 2024, 53% dos participantes mantiveram suas vendas estáveis e 19,7% registraram crescimento: 31,9% entre 0% e 3%; 27,7% entre 7% e 9%; e 25,5% entre 4% e 6%. Entre os 27,3% que apontaram queda nas vendas, 44,6% relataram retração entre 0% e 3%; 16,9% entre 4% e 6%; e outros 16,9% entre 10% e 12%. Em relação ao desempenho financeiro, 64,7% dos empreendedores indicaram estabilidade. Entre os que registraram crescimento, 34,3% avançaram entre 4% e 6% e 28,6% entre 7% e 9%. Para o quarto trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2024, o cenário é de otimismo: 45% projetam estabilidade e outros 45% esperam crescimento. Destes, 34,6% estimam alta entre 10% e 12%; 16,8% acima de 16%; e outros 16,8% acreditam em crescimento entre 7% e 9%. De acordo com o vice-presidente de Estratégia de Negócios da Acisa e responsável pela coordenação da pesquisa, Marcos Alexandre Rocco de Paula, o nível de engajamento tem aumentado ano após ano. “Nossa expectativa é continuar nesse ritmo para que possamos traçar um raio-x cada vez mais próximo da realidade do ABC”, enfatizou.

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Black Friday 2025 deve movimentar R$ 466 milhões no Grande ABC, aponta pesquisa

A Black Friday, que se consolidou no calendário brasileiro a partir de 2017 e segue ganhando força no Grande ABC. Um levantamento realizado pelo Centro de Inteligência de Mercado, o CIM, da  Strong Business School, faculdade de negócios em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Santo André (ACISA), revela que a data deverá movimentar R$ 466 milhões na região em 2025, uma alta real de 3,3% em relação ao ano anterior. A pesquisa ouviu consumidores entre os dias 28 de outubro e 19 de novembro, nas sete cidades da região. Mulheres lideram participação, mas pretendem gastar menos. As mulheres representam mais de 60% da amostra pesquisada e planejam gastar, em média, R$ 760, valor 25% menor do que o previsto pelos homens. Com relação à renda familiar, 41% dos entrevistados declararam ganhar entre 2 e 5 salários-mínimos, enquanto 24% estão na faixa entre 5 e 10 salários mínimos. Já 18,5% afirmaram renda superior a 10 salários-mínimos. Santo André concentra 51% dos respondentes, seguida por São Bernardo do Campo, com 16%, pelos esforços da Acisa  m compreender a movimentação comercial local e colaborar com ações que melhorem a experiência de compra dos consumidores da cidade. Segundo Sandro Maskio, coordenador da pesquisa e professor da Strong Business School, essa participação elevada de mulheres e a forte presença de consumidores de média renda ajudam a explicar a composição das compras. “O perfil do consumidor do ABC é diverso, mas com alto grau de planejamento. As mulheres, sobretudo, representam uma fatia ativa do varejo local e mostram uma decisão das compras delas e da família, buscando otimizar o gasto e aproveitar melhor as oportunidades da data”, afirma Maskio. Vestuário lidera intenções de compra Os itens mais desejados pelos consumidores do Grande ABC para esta Black Friday são: Vestuário, calçados e acessórios: 26% Perfumes e cosméticos: 15%  Eletrodomésticos, celulares, computadores e itens do lar: pouco mais de 12% Brinquedos: quase 10% Maquiagem: 7% Celulares: 3% Para Maskio, a diversidade de itens demonstra a maturidade da data no varejo brasileiro. “A Black Friday deixou de ser um evento centrado apenas em eletrônicos. Hoje, ela movimenta praticamente todos os segmentos do comércio e também dos serviços. Isso amplia a disputa pela atenção do consumidor”, explica o pesquisador. Black Friday também deve antecipar compras de Natal A pesquisa mostra que 65% dos consumidores devem antecipar compras de Natal. Destes: 9% pretendem antecipar todas as compras natalinas 30% devem antecipar até 25% 20% devem antecipar até 50% Considerando apenas os consumidores que vão adiantar presentes na Black Friday, essa antecipação representa 60% do gasto total previsto para a data e 9% afirmaram que irão antecipar toda compra de natal. Quanto aos canais de compra, 39% devem comprar pela internet, 28% em shoppings e 19% no comércio de rua. O cartão de crédito deve ser o principal meio de pagamento de 62%, entre compras à vista e parceladas. Os consumidores do Grande ABC planejam gastar, em média, R$ 923 na Black Friday, valor muito próximo ao registrado em 2024  que foi  deR$ 931. Cerca de 15% pretendem gastar entre R$ 750 e R$ 1.000 Quase 20% devem ultrapassar R$ 1.000 Aproximadamente 40% gastarão entre R$ 200 e R$ 500 13% devem ultrapassar R$ 2.000 Entre aqueles que adiantarão presentes de Natal, o gasto médio será de R$ 563, esse valor é 9% acima do valor registrado em 2024. A renda também influencia fortemente o perfil de consumo: famílias com renda até 5 salários-mínimos devem gastar até R$ 585; já quem ganha acima disso deve ultrapassar R$ 1.330. Projeção de movimentação econômica para 2025 A Black Friday do ano passado movimentou cerca R$5,27 bilhões de reais em todo o país e a projeção é de um aumento de 2,4% em 2025. Com base no tamanho da população, número de famílias e distribuição de renda do ABC Paulista, a Strong Business School estima que a Black Friday 2025 movimente R$ 466 milhões na região, 3,3% a mais que no ano passado. “Essa projeção mostra que a Black Friday segue consolidada como uma das principais datas do varejo local. Mesmo com oscilações econômicas, consumidores mantêm o hábito de planejar e aproveitar descontos, o que fortalece o comércio da região”, destaca Maskio.

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Prêmio Santo André Excelência em Gestão chega à oitava edição valorizando força do empreendedorismo

Por ABC Repórte o diário O Primeiro de Maio Futebol Clube, no Centro de Santo André, recebeu na noite desta quinta-feira (13) a oitava edição do prêmio Santo André Excelência em Gestão, iniciativa que já virou tradição entre as empresas da cidade. A premiação tem como objetivo valorizar e reconhecer de micro a grandes empresas que se destacam pela maturidade em gestão, inovação, impacto social e pela contribuição para o desenvolvimento econômico local. O evento reuniu aproximadamente 700 pessoas e contou com a presença do prefeito Gilvan Ferreira. “É uma grande satisfação ver que tantas pessoas participaram do Prêmio Santo André Excelência em Gestão 2025. Esse engajamento demonstra a força do nosso empreendedorismo e reforça o motivo de Santo André seguir na liderança da geração de empregos em todo o ABC. Quero parabenizar cada um dos premiados. Este reconhecimento é fruto de muito trabalho, inovação e dedicação. A Prefeitura continua ao lado dos empreendedores, trabalhando firmemente para reduzir burocracias e fortalecer um ambiente cada vez mais favorável aos negócios”, declarou o prefeito Gilvan. O prêmio mais cobiçado da noite, troféu Excelência em Gestão, que reconhece micro e pequenas empresas com as melhores notas no Diagnóstico de Gestão nas categorias Benchmark, Gastronomia, Comércio, Indústria e Serviços, foi entregue a 37 empresas. A pontuação de cada empresa para a premiação foi definida a partir do preenchimento do questionário para o diagnóstico de Maturidade Empresarial, desenvolvido com o apoio metodológico da USCS e da plataforma analítica da startup D+P Soluções Empresariais. São as respostas a estas questões que determinam se a empresa será reconhecida em alguma das categorias da premiação e ainda permitem que os empresários recebam uma análise detalhada de seus negócios com informações sobre os seus pontos fortes e onde é preciso melhorar. Um total de 189 empresas e empreendedores receberam certificados de reconhecimento nas demais categorias, conforme o desempenho no questionário de diagnóstico, nas categorias Destaque em Excelência (empresas que alcançaram pontuação acima de 94%, próximas do troféu principal) e Caminho da Excelência (empresas entre 90% e 94%, em evolução para a excelência em gestão). A premiação reconheceu ainda 90 empresas e empreendedoras indicadas por participação em programas da Prefeitura – Incubadora Pública de Economia Solidária, Circuito Mulheres Empreendedoras e Mulheres que Inspiram. “O Prêmio Santo André Excelência em Gestão é o nosso ‘Oscar’ da micro e pequena empresa. Além de melhorar o ambiente de negócios e tornar nossos empreendedores cada vez mais competitivos através de uma cultura de inovação e qualificação, anualmente proporcionamos uma noite de reconhecimento e valorização daqueles que, efetivamente, movimentam nossa economia. Momentos como esse são fundamentais não só para valorizar, mas motivar para que nossos empreendedores sigam investindo e gerando emprego e renda em nossa cidade”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego, Evandro Banzato. O prêmio Santo André Excelência em Gestão é uma iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego, em parceria com a Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), Primeiro de Maio Futebol Clube, startup D+P, Sebrae, Senai, TecMobile e USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul). Fonte: https://abcreporter.com.br/2025/11/17/premio-santo-andre-excelencia-em-gestao-chega-a-oitava-edicao-valorizando-forca-do-empreendedorismo/

JUCESP

Fim da Autenticação de livros físicos

A partir de 01/09/2025, os livros mercantis deverão ser encaminhados para autenticação exclusivamente em formato digital. Para acessar o, sistema, entre no VRE|Servigos  https://vre.jucesp.sp.gov.br/ Em dúvida sobre como fazer? Confira o tutorial completo clicando aqui. LEMBRE-SE: Após a data limite somente serão aceitos livros fisicos que estejam no prazo para cumprimento de exigências.  

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Sistema previdenciário: um vazamento silencioso, por Marco Bertaiolli

Por Marco Bertaiolli O sistema previdenciário, que deveria ser um pilar de proteção social para aqueles que dedicaram sua vida ao trabalho, tem revelado fragilidades preocupantes. Entre elas, destaca-se o modelo de descontos em folha de pagamento, originalmente concebido como um instrumento para facilitar o acesso ao crédito com maior segurança e menores taxas de juros. Contudo, na prática, essa modalidade tem se convertido em um mecanismo que, inadvertidamente, compromete a dignidade e o sustento dos aposentados, especialmente daqueles em idade avançada. Um cenário alarmante de falhas e irregularidades. Essa é uma das tristes constatações da Auditoria Extraordinária realizada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, da qual fui relator enquanto Conselheiro da egrégia Corte, que examinou detalhadamente os 219 Institutos de Previdência do Estado. O resultado do exaustivo trabalho dos servidores do Tribunal expõe não apenas vulnerabilidades administrativas, mas também evidenciam a grave exposição dos aposentados a práticas que comprometem sua segurança financeira e dignidade, exigindo, com máxima urgência, medidas corretivas contundentes. Só no mês de dezembro de 2024, os 218 Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) do Estado e a SPPrev descontaram a quantia de R$ 519 milhões de pensionistas e aposentados. Mas apenas 105 dos RPPS possuem meios formais que lastreiam esses descontos, expondo uma extrema frouxidão legal. Da mesma forma, das 845 entidades consignatárias auditadas nesse trabalho do TCESP, só um pouco mais da metade (57,17%) possui todas as autorizações para os descontos em folha de pagamento dos aposentados ou pensionistas. Ou seja, há uma boa fração do universo de 727 mil pensionistas e aposentados do Estado de São Paulo, sob os RPPS e a SPPrev, sendo atingida por um vazamento silencioso e tóxico. A ampliação indiscriminada da autorização para descontos em folha, que ultrapassou o âmbito das instituições financeiras e bancos, inclui hoje associações, sindicatos, planos de saúde, convênios odontológicos e múltiplos outros convênios. Essa falta de controle e transparência agrava a vulnerabilidade dos aposentados, colocando-os à mercê de débitos que muitas vezes desconhecem ou não consentiram. O cenário se torna ainda mais preocupante ao considerarmos os beneficiários em idade avançada — acima de 80 anos — que enfrentam limitações naturais para acompanhar o universo digital, checar seus contracheques e identificar as razões de cada desconto. Pequenos valores, muitas vezes inferiores a R$ 20 ou R$ 30, são descontados de maneira contínua, dificultando sua percepção e, consequentemente, a tomada de providências. A repetição desses débitos resulta em significativa redução da renda mensal, impactando diretamente na qualidade de vida do aposentado. Ademais, muitos desses beneficiários carecem de condições físicas, cognitivas ou mesmo de mobilidade para formalizar reclamações ou esclarecer dúvidas acerca dos descontos realizados. A inexistência de canais eficazes de ouvidoria e atendimento, ativos e acessíveis, nas instituições de Previdência reforça a sensação de desamparo e aumenta o risco de perpetuação dessas práticas lesivas. Diante dessa realidade, impõe-se uma reflexão crítica acerca do modelo vigente: será que o atual sistema de descontos em folha realmente lhes presta serviço, ou representa, na prática, uma fonte de prejuízo e insegurança? A minha recomendação é a adoção da autenticação biométrica como requisito mínimo de segurança e validação das transações. Essa medida poderia fortalecer o controle individual do aposentado sobre suas finanças, reduzindo a ocorrência de fraudes e prevenindo autorizações indevidas por terceiros, que chegam a contrair empréstimos ou contratar serviços em nome do beneficiário sem o seu consentimento. Essa auditoria do TCESP, inédita em escopo e profundidade, com a participação de 226 servidores do Tribunal que auditaram, in loco, todos os RPPSs ativos no Estado, é um ponto de inflexão na forma como se fiscalizam os regimes próprios de Previdência. É imperativo, portanto, que o sistema previdenciário seja revisado e aprimorado, colocando-se em primeiro plano a proteção dos direitos e da dignidade dos aposentados, assegurando-lhes transparência, segurança e respeito. O compromisso institucional deve ser firme e inequívoco na defesa daqueles que, ao longo de sua vida, contribuíram para o desenvolvimento social e econômico do país. Marco Bertaiolli é conselheiro da Facesp e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) Fonte: https://www.dcomercio.com.br/publicacao/s/sistema-previdenciario-um-vazamento-silencioso

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Dia dos Pais deve movimentar mais de R$ 78 milhões no Grande ABC, aponta pesquisa da ACISA e Strong

Dia dos Pais deve movimentar mais de R$ 78 milhões no Grande ABC, aponta pesquisa da ACISA e Strong Mais presentes, mais afeto: relação com a paternidade muda e comércio acompanha. Se antes o Dia dos Pais era apenas mais uma data no calendário de compras, hoje ele se revela um momento de afeto e de mercado. O papel da paternidade tem se transformado mais afetivo, mais presente, mais emocional. E essa mudança aparece nas vitrines, nos gestos de quem presenteia e até nas estatísticas. A pesquisa do CIM – Centro de Inteligência da Strong Business School, em parceria com a ACISA (Associação Comercial e Industrial de Santo André), mostra que o Dia dos Pais de 2025 deve movimentar R$ 78,15 milhões no Grande ABC, um crescimento de 5,2% em relação ao ano anterior. “Neste Dia dos Pais, o consumidor mantém a confiança em alta, o que deve impulsionar significativamente o varejo local. Isso reforça ainda mais a importância de os comerciantes intensificarem suas estratégias de vendas, especialmente diante da crescente preferência dos entrevistados pelas compras físicas”, declara Evenson Robles Dotto, presidente da ACISA. Em relação à renda familiar, 37,3% dos entrevistados declararam renda familiar entre 2 e 5 salários mínimos e outros 26,6% entre 5 e 10 salários mínimos. Cerca de 67% dos entrevistados têm entre 20 e 45 anos, o que representa um público jovem, economicamente ativo e sensível ao preço. A presença feminina domina as respostas: 72,2% dos entrevistados são mulheres, historicamente as maiores responsáveis pelas compras em datas comemorativas. O ticket médio por presente saltou para R$ 262, alta de 31,8% em relação ao ano anterior. Já o gasto total planejado por consumidor chegou a R$ 297, com média de 1,5 presente por pessoa. A maior parte dos consumidores (53,8%) pretende gastar o mesmo valor do ano passado, mas 35,4% estão dispostos a ultrapassar a barreira dos R$ 200 por item. Segundo o coordenador técnico da pesquisa, professor Luciano Schmitz, o resultado é reflexo direto do contexto econômico. “Apesar do consumo ainda ser seletivo, há sinais positivos no varejo. A renda real média teve leve alta e a taxa de desemprego segue em queda. Isso impacta diretamente no humor de compra da população”, afirma o professor da Strong Business School. Entre os homenageados da data, o destaque continua sendo os pais (52,5%), mas cresce a atenção a tios, padrinhos (21,6%) e avôs (9,4%), refletindo novos arranjos afetivos e familiares. Esposos também aparecem com 6,7% das intenções. Na escolha do presente, o preço ganhou importância, com 23,9% das respostas alta de 11 pontos percentuais em relação a 2024, enquanto a qualidade caiu para 17,1%, recuo de 28%. Vestuário segue na liderança (43%), mas perdeu força. Já a categoria de perfumaria e cosméticos saltou 123,4% e agora ocupa o segundo lugar nas preferências (25,7%). O modo de pagamento também mudou. O PIX agora empata com o cartão parcelado, cada um com 25,1% da preferência, evidenciando um movimento do consumidor de controlar os gastos sem abrir mão do afeto. Já o local de compra continua sendo, majoritariamente, o shopping center (39%), que teve crescimento de 22% em relação a 2024. Comércio de rua vem logo atrás, com 32%, e o comércio online avançou para 27,4% das preferências, um salto de 6 pontos percentuais. Em Santo André, cidade com maior participação na amostra (46,5%), a previsão é de R$ 24,7 milhões em movimentação. Metade dos consumidores pretende fazer as compras no próprio município, o que reforça a importância do comércio local como motor da economia regional. “É uma data que não tem o mesmo apelo emocional do Dia das Mães, mas que, nos últimos anos, vem ganhando força como oportunidade de aproximação familiar e reconhecimento. E isso aparece na disposição de gastar um pouco mais, mesmo em tempos de cautela”, conclui Luciano Schmitz. No fim das contas, o Dia dos Pais em 2025 promete ser marcado por um consumo mais diferenciado aqueles que têm um papel fundamental, insubstituível nas vida dos filhos.

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NOTA DE REPÚDIO

NOTA DE REPÚDIO A ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André manifesta sua preocupação com decisões recentes que ampliam os gastos públicos, justamente em um momento no qual o país busca equilíbrio fiscal e retomada do crescimento econômico sustentável. No Congresso Nacional, a aprovação do projeto que eleva o número de deputados federais de 513 para 531, com impacto orçamentário estimado em R$ 64,6 milhões ao ano, gera dúvidas quanto à real necessidade da medida — ainda que fundamentada na atualização dos dados do Censo Demográfico de 2022. Além disso, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, em tempo recorde, reajustes salariais e a criação de novos cargos no Tribunal de Justiça e no Tribunal de Contas do Estado, o que também representa um custo adicional relevante. “Vivemos um cenário de total descompasso. Enquanto o Congresso rejeita o aumento de impostos, aprova gastos elevados que impactam diretamente a economia e o cotidiano da sociedade, que já enfrenta desafios para ter acesso à segurança, educação e saúde de qualidade. A classe empresarial também é atingida por essas decisões. Nós, empresários, não suportamos mais a elevada carga tributária, que sufoca o desenvolvimento e dificulta a geração de empregos formais. Medidas como essas caminham na contramão da austeridade que o Brasil tanto precisa”, ressalta Evenson Robles Dotto, presidente da ACISA. A entidade reafirma seu compromisso com a gestão responsável dos recursos públicos e defende ações que priorizem a eficiência, a transparência e a contenção de gastos, sem impor novos ônus à população. Para a ACISA, é essencial que os Poderes da República atuem em sintonia com os anseios da sociedade e com foco em soluções que estimulem a retomada do crescimento econômico.

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NOTA DE REPÚDIO

NOTA DE REPÚDIO A Associação Comercial e Industrial de Santo André (ACISA) vem a público manifestar seu veemente repúdio à recente decisão do Governo Federal de aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Trata-se de uma medida escandalosa que, mais uma vez, penaliza os empreendedores — responsáveis por gerar empregos e movimentar a economia — em decorrência da incapacidade do Estado em conter os elevados gastos públicos. Com o reajuste da alíquota, os juros, que já são extremamente altos, tornarão o custo do crédito ainda mais oneroso. Isso desestimula o crescimento empresarial, compromete investimentos em inovação, aquisição de equipamentos e abertura de novos negócios, afetando diretamente o desenvolvimento econômico do país. Na condição de legítima representante da classe empresarial, a ACISA apela ao Congresso Nacional para que não aprove esta medida provisória e, reforça, o apelo aos deputados federais eleitos pela região do ABC, que se comprometeram a defender os interesses da sociedade e do setor produtivo local.

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