Pesquisa da Abrasce registrou aumento tanto no número de pessoas que vão aos estabelecimentos quanto no volume de vendas do setor.

O faturamento dos shoppings por todo o país atingiu R$ 168 bilhões no acumulado do ano passado, segundo o Censo Abrasce, realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers. O levantamento apontou um crescimento de 6,2% em número de vendas. A indústria de centros comerciais no Brasil ficou responsável por 2,5% do PIB em 2017.

As regiões Sudeste e Nordeste foram as que mais cresceram, enquanto o Centro-Oeste foi o que registrou menor avanço. Em relação ao número de pessoas visitando os estabelecimentos, o aumento foi de 5,5% na comparação com 2016.

Perspectivas para 2018

A Abrasce espera que o setor cresça em volume de vendas entre 5,5% e 6% em 2018. A associação tem as datas de inauguração de 23 novos estabelecimentos marcadas para este ano. Em 2017, a expectativa de abertura de 19 estabelecimentos não se concretizou, ficando em 12 unidades em todo o país.

Ano melhor para o setor de shopoinsgc enter e para o varejo, não serpa maravilhosa pelas dificuldades na macro e na pçolítica. 5,5 e 6% de expectativa de crescimento. Temos a data de abertura de 23 shippoinugs, mas esperamos 20 para este ano realmente.

A expectativa é de que a maior parte das inaugurações aconteçam fora das capitais. O interior do país ultrapassou, em 2014, as capitais como destino preferencial dos shoppings centers. Hoje, 54% dos 571 estabelecimentos estão em cidades que não são capitais. Dos 23 shoppings esperados para este ano, 17 são em regiões litorâneas ou nos interiores dos estados. “Isso não significa saturação das capitais, mas, no momento, o interior oferece melhores condições em relação a custo de terrenos, de locação e de aceitação do público”, explica Glauco Humai, presidente da Abrasce.

Espaço de convivência

Humai aponta que os shoppings têm se tornado cada vez mais lugares de prestação de serviços que completam a experiência de compra dos consumidores e crê que essa particularidade é fundamental para que os estabelecimentos não enfrentem crise semelhante à do setor nos Estados Unidos, com uma proliferação de fechamento de shoppings. “O shopping center brasileiro se difere dos demais, é um centro de lazer, entretenimento e concivvência. Somente 37% dos frequentadores vão com intuito de compra. Os outros 63% vão com outro intuito e acabam comprando na hora”, avalia Humai.

Fonte: Novarejo.

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