No mundo dos negócios, grande parte dos inovadores costuma cultuar um alvo: os jovens, vistos como mais dispostos a experimentar e pagar por novidades. Joseph F. Coughlin, diretor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e autor de The Longevity Economy, afirma em seu ensaio que, nas últimas décadas, estabeleceu-se com força uma ideia nociva: a de que idosos formam uma população com poder de consumo desprezível e pouca inclinação a experimentar.

Alguns dados reforçam essa percepção: um estudo do National Institutes of Health americano revela que apenas 20% dos idosos com problemas auditivos usam aparelhos. Coughlin ataca o senso comum. Ele alerta que empresas deveriam olhar para idosos como uma população crescente, formada por grupos diversos, com poder de consumo e interesses variados, que exige estratégias de negócios específicas.

Fonte: Época Negócios

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